Notícias - Geral

Mobilização contra a Reforma da Previdência ocorre nesta sexta

Publicado em 21/03/2019 às 17h09

Em 2017, sindicatos também montaram um Cinco sindicatos, que representam cerca de 20 mil trabalhadores em Venâncio Aires, prometem uma forte mobilização nesta sexta-feira, 22. É no fim da semana que está previsto um ato nacional de luta contra a Reforma da Previdência, em Brasília.

Mas, mesmo que os olhos se voltem para a capital federal, os líderes sindicais do município querem que 'as coisas' aconteçam por aqui, antes de tudo. Dessa forma, sem pretensão de uma viagem ao centro do país, o Comitê Suprassindical organiza uma movimentação pela cidade, percorrendo ruas, fábricas e o comércio. 'Não adianta ir para Brasília se no nosso município o pessoal não apoiar. Queremos que os trabalhadores entendam dos prejuízos que estão por vir', destacou o presidente do Sindicatos dos Metalúrgicos, Adolfo Celoni da Rosa.

As principais queixas dizem respeito ao aumento da idade mínima para aposentadorias, o salário-família e o abono do Programa de Integração Social (PIS). São estes os pontos que devem ser especificados em um material informativo que será distribuído aos trabalhadores na sexta.

 

COMERCIÁRIOS

Em Venâncio Aires, a ideia de um 'arrasa quarteirão' contra a Reforma da Previdência ganhou ainda mais força nos últimos dias. Antes encabeçado pelos sindicatos do Fumo, Alimentação e Afins, do Calçado e Vestuário, dos Metalúrgicos e dos Trabalhadores Rurais, o Comitê Suprassindical, em nova reunião na semana passada, conta agora com o apoio de representantes dos comerciários.

Segundo o vice-presidente do Sindicato dos Comerciários de Santa Cruz do Sul e Região, Marcos de Azeredo, vários pontos da reforma proposta pelo Governo Federal irão prejudicar os trabalhadores e citou as 'teclas' já batidas pelos demais sindicatos. 'Só há uma saída: a mobilização. Independente de partido, vamos nos unir e lutar contra esses ataques que prejudicam os mais pobres. Que seja aberta a 'caixa-preta' da Previdência, porque ela não tem furo, mas desvio.' Ainda conforme Azeredo, dos cerca de mil comerciários em Venâncio, em torno de 800 perderiam o PIS.

 

ESTRATÉGIA

A partir das primeiras horas da sexta, 22, representantes sindicais devem se concentrar na rua Getúlio Vargas, entre as sedes dos sindicatos do Calçado e Vestuário, e dos Trabalhadores Rurais. Além da proximidade com o Sindicato dos Metalúrgicos, que fica a uma quadra desse ponto, o local reúne grande fluxo de funcionários da Venax e agricultores, que diariamente movimentam bastante a parte baixa da cidade.

Mas, segundo o presidente do Sindicato do Fumo, Alimentação e Afins, Rogério Siqueira, as mobilizações, ainda pela manhã, seguirão para o centro da cidade, onde haverá concentração na Travessa São Sebastião Mártir. 'Estaremos mobilizados o dia todo e vamos percorrer empresas e o comércio também.'

 

Fonte: Jornal Folha do Mate
Créditos: Débora Kist 
Foto: Arquivo / Folha do Mate

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Fórum das Águas reúne centenas de pessoas na Câmara de Vereadores

Publicado em 21/03/2019 às 17h08

Na tarde desta quarta-feira,21, ocorreu a primeira edição da Fórum das Águas. O evento organizado em parceria da Secretaria do Meio Ambiente, CORSAN, SESC, Conselho do Meio Ambiente, Sindicato Rural, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Secretaria da Educação e Instituto Gaúcho da Sustentabilidade. As atividades foram realizadas na Câmara de Vereadores e centenas pessoas participaram.

A coordenadora da Sala Verde e vice-presidente da AACEMUC, Norma Barden, comemora a participação do público. “Nós convidamos a comunidade, e eles atenderam esse pedido e vieram saber mais sobre um tema tão importante”, frisa.

Ela explica que a ideia é manter este evento ativo ao longo do ano, e dar continuidade aos debates sobre a água. “Não temos nada concretizado ainda, mas com certeza devemos realizar mais edições”, comenta.

Ao final do evento, o público presente pode contribuir com sugestões relacionadas a proteção da água e ao meio ambiente. As questões serão avaliadas e devem fazer parte de uma levantamento de demandas e objetivos a serem realizados para proteger os recursos hídricos da cidade.

O fórum teve a participação da bióloga da Secretaria do Meio Ambiente, Daiana Haas, gerente local da Corsan, Ilmor Dörr; do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Gilmar Rodrigues de Oliveira; Inácio Roberto Gutterres, do Sindicato Rural e engenheiro Agrônomo Chefe do Escritório Municipal da Emater, Vicente Finn e Cristian André Prade, que atua como coordenador no Projeto de Educação Ambiental voltado ao Programa de Recuperação Sustentável da Mata Ciliar da Bacia Hidrográfica do Rio Taquari – Antas.

 

Fonte: Olá Jornal

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“Desde 1999 não andávamos na frente”, diz Odenir Guterres de Carvalho

Publicado em 21/03/2019 às 11h27

Odenir Guterres de Carvalho avaliou o desfecho das tratativas como positivoO presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Venâncio Aires, Odenir Guterres de Carvalho, avaliou como positivo o desfecho da negociação com a Prefeitura em relação à revisão salarial da categoria. De acordo com ele, embora o percentual de 10% que inicialmente foi pedido não tenha sido alcançado, houve ganho real de 1,6% e o vale-alimentação e o Vale-Feira vão subir em julho.

Sobre a projeção de impacto de R$ 8 milhões nas contas públicas até o fim do ano com o aumento do funcionalismo, Carvalho afirmou que 'os servidores não podem ser apontados como culpados, até porque desde 1999 não andávamos na frente'. 'No governo Glauco Scherer, ficamos 20% atrás da inflação. Na época do Almedo (Dettenborn), foram recuperados 11% e, quando o Airton (Artus) foi prefeito, a gente conseguir empatar. No segundo mandato do Airton, não tivemos ganho real e, só agora, com o Giovane (Wickert), é que conseguimos de fato garantir avanços para a categoria', analisou.

 

Carvalho também destacou que o Município repassará o percentual em uma vez. 'Em outros anos, quando vinha alguma coisa melhor, era pingado. Agora, será em cota única', comentou. O dirigente lembrou que 'esta provavelmente tenha sido a minha última negociação, pois vou cumprir o meu mandato até novembro e, depois, vou curtir a aposentadoria'. Carvalho tem 32 anos como servidor público.

'Na comparação com outros municípios da região, parece que Venâncio saiu fora do rumo, porque teve 7,73%, enquanto os demais ganharam 5%, no máximo. Mas isso é a característica de cada negociação, pois são realidades e períodos de data-base diferentes.'
ODENIR GUTERRES DE CARVALHO - Presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Venâncio Aires

 

Fonte: Folha do Mate
Créditos: Carlos Dickow 

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Revisão de 7,73% para prefeito, vice, secretários, vereadores e servidores da Câmara

Publicado em 21/03/2019 às 11h25

Revisão geral anual tem o mesmo percentual concedido aos servidores municipaisTramita na Câmara Municipal de Vereadores de Venâncio Aires - deve ser votado na próxima sessão - o Projeto de Lei número 015/2019, de autoria da Mesa Diretora do Legislativo e que concede revisão geral anual dos subsídios do prefeito, vice-prefeito, secretários municipais, vereadores e servidores da Câmara. O percentual de revisão será o mesmo concedido aos servidores municipais: 7,73%. Cargos em comissão (CCs) do Legislativo também são contemplados com o ajuste geral anual.

A aprovação da proposição elevará o salário do prefeito de R$ 20.965,81 para R$ 22.586,46, um aumento de R$ 1.620,65. O vice-prefeito terá o salário acrescido de R$ 843,43, passando dos atuais R$ 10.911,13 para R$ 11.754,56. A função de secretário municipal passará a ter remuneração de R$ 10.059,37 - R$ 721,79 a mais do que o vencimento atual, de R$ 9.337,58. O valor será percebido por 11 titulares de pasta e também pela responsável pela Procuradoria Jurídica, setor com status de secretaria.

LEGISLATIVO - Os vereadores terão remuneração passando de R$ 6.548,67 para R$ 7.054,88, uma majoração de R$ 506,21. O vencimento do presidente da Casa será acrescido de R$ 658,07, pulando de R$ 8.513,27 para 9.171,34.

DIFERENÇA - Na Prefeitura, a revisão dos salários acarretará uma despesa para mais de R$ 111.255,60 até o fim do ano. Na Câmara, o valor chegará a R$ 77.450,10. A contabilidade considera dez meses, pois a revisão é retroativa a março.

 

Fonte: Folha do Mate
Créditos: Carlos Dickow 

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Nos supermercados, Páscoa já começou

Publicado em 21/03/2019 às 07h44

Silva coordenou a montagem da parreira no supermercado Super LenzApesar do consumidor ainda sentir os efeitos da crise e a lenta retomada da economia e emprego, o varejo está otimista com as vendas no período da Páscoa. Faltando exatamente um mês para a data que celebra a ressurreição de Jesus, estimativas preveem crescimento nas vendas locais de até 10% em relação ao ano passado.

De acordo com comprador da rede de supermercados Super Lenz, Roderlei Lenz, mais conhecido por Nini, a notícia quanto ao preço dos chocolates é bastante positiva, já são os item mais procurado pelos consumidores. A estimativa da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o preço médio subiu apenas 2%. Com um reajuste menor em 2019, a indústria aposta na volta da compra de ovos maiores e das linhas gourmet.

A venda de barras de chocolate também devem vender bastante, tanto para o consumo final quanto para a produção de ovos caseiros, solução utilizada pelas famílias para o controle de gastos nos últimos anos. 'A venda de ovos de chocolate deve crescer em torno de 5%, mas as barras e bombons devem ter uma procura maior e ficar em torno de 10%', indica Lenz.

Lenz ainda cita que um dos 'ingredientes' que explica a projeção otimista é o fato da Páscoa ser celebrada mais tarde neste ano, em 21 de abril. Com a data mais distante do verão, a expectativa é de as temperaturas mais baixas estimulem o consumo de chocolates. Em 2018, o calendário havia reservado o dia 1º de abril para o evento. 'A movimentação é constante e atrai os mais diferentes públicos' destacou o chefe de loja do SuperLenz, Jonathan Endrio Lima da Silva.

 

PREÇOS

Nas parreiras de exposição já montadas, o preço médio dos ovos de chocolate de 150 gramas é de R$ 30,00. Contudo, o ovo de Páscoa mais caro encontrado em exposição tem 614 gramas e custa R$ 69,90, enquanto que o ovo mais em contam tem 100 gramas e custa R$ 11,99.

'Ao pesquisar nos mercados me surpreendeu o valor dos ovos de chocolates. Os preços este ano estão bem atrativos. Aumentaram pouco em relação ao ano passado', avalia Alda Martins, de 66 anos, que reside no bairro Cruzeiro. As pesquisas dela são para os presentes que comprará para os netos.

 

ESTIMATIVA DO SEGMENTO VAREJISTA

Quando considerado todos os segmentos do comércio a perspectiva é mais modesta. Segundo pesquisa divulgada pela Fecomércio, no Rio Grande do Sul as vendas de Páscoa devem ter um aumento de 4% a 5% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo a entidade, as novidades implementadas pela indústria deverão atrair os consumidores.

"Temos uma situação econômica mais favorável em 2019, o que favorece as compras de Páscoa. Mesmo passando ainda por um processo de recuperação lenta, os consumidores estão mais confiantes e a confiança é um elemento fundamental para o consumo', ressalta o presidente da entidade, Luiz Carlos Bohn.

 

CONTRATAÇÕES TEMPORÁRIAS

No varejo gaúcho, apesar da projeção de alta nas vendas, o evento não tende a causar grande evolução nas contratações de temporários, projeta a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS). A entidade ainda acredita que o valor médio gasto pelos consumidores para compras de Páscoa subirá para cerca de R$ 145.

 

Fonte: Folha do Mate
Créditos e Foto: Cristiano Wildner 

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Redes hídricas abastecem 11 mil pessoas no interior

Publicado em 21/03/2019 às 07h41

Everton Notti mostra o clorímetro, aparelho usado para verificar, Pergunte a qualquer venâncio-airense sobre a origem da água que ele consome. A maioria dirá, com razão, que é do arroio Castelhano. De fato, a resposta é essa para mais de 47 mil pessoas que residem na área urbana. Mas outra parcela importante da população está no interior e, igualmente, precisa ter acesso à água potável.

Com 63 associações de redes hídricas na zona rural, as quais se organizam para "puxar" água de poços artesianos ou vertentes, a maioria segue as normativas previstas pelo Ministério da Saúde. No entanto, atualmente 10 dessas associações optam pela não cloração e nem o acompanhamento de um técnico, o que tem preocupado o poder público.

Em números totais, são 4 mil residências, onde residem cerca de 11,2 mil pessoas. Destas, cerca de 1 mil consomem água sem nenhum tratamento. 'É uma água sem segurança, que pode sim trazer problemas à saúde', destaca o coordenador da Vigilância Sanitária do município, Everton Notti. Ao encontro dele, está a opinião da responsável pela vigilância da qualidade da água para consumo humano da 13ª Coordenadoria Regional de Saúde. Segundo Elira Pereira Dias, os problemas mais comuns em água não tratada são a presença de coliformes fecais. 'Isso pode levar à diarreia, doenças intestinais e hepatite. Claro que ninguém é obrigado a nada, mesmo estando em lei. Mas se acontecer algum problema, não se pode culpar o poder público depois.'

A situação em algumas localidades do interior seria o principal entrave para dizer que a água daqui é '100%'. 'Atingir 100% é pouco provável, mas ainda sim temos índices excelentes. O maior desafio é convencer as pessoas de que o cloro não faz mal. Isso está provado cientificamente e todo o mundo usa esses parâmetros', destacou Notti.

 

'É preciso desmistificar o cloro'

Ponto central da discussão, o cloro é visto como mocinho por uns e bandido por outros. É ele o principal argumento das 10 associações de redes hídricas que não têm controle da água, entre elas, a Associação Abastecedora de Água de Linha Tangerias. Segundo o presidente Antônio Jandir Fernandes, a maioria bate o pé pela não cloração. 'Ninguém quer. Já foi falado, mas dizem que não precisa, que sempre beberam água assim. Por mim colocaria, mas a decisão é da associação.'

Ainda conforme Fernandes, a mensalidade das mais de 70 famílias associadas é de R$ 25, o que daria para custear o tratamento e análise de um técnico. No entanto, as negativas seguem. 'Recentemente pagamos uma multa de R$ 1,6 mil', revelou.

Sobre multas, o coordenador da Vigilância Sanitária conta que algumas associações preferem a cobrança, do que seguir a legislação. 'Isso que sempre há advertência, conversamos com todos. Há legislação federal que obriga a existência de um responsável técnico pela cloração da água.'

 

DESAFIO

Everton Notti diz que a restrição ao cloro é uma questão cultural e o desafio é mostrar que não há malefícios à saúde. Além disso, muitos pontos precisam, segundo ele, ser desmistificados. 'Água com cloro tem um cheiro diferente, mas é isso. Se alguém ver água com aspecto leitoso, é por causa da pressão. Outra coisa que falam é que estraga a resistência do chuveiro e deixa resíduos na chaleira. Mas isso não é do cloro, e sim dos minerais de onde a água vem.'

O coordenador da Vigilância Sanitária disse ainda que há cerca de dois anos, durante audiência na Câmara de Vereadores, foi proposto às redes hídricas a cedência de um técnico químico, sem custos às associações. 'Mas, dos que compareceram, a resposta foi não.'

Os casos específicos das redes hídricas sem o devido controle da água foram encaminhados ao Ministério Público. 'Isso está determinado legalmente e ainda assim alguns não querem. Então encaminhamos ao MP, para que haja uma pressão.'

 

EXIGÊNCIAS

Verificar a potabilidade da água significa analisá-la para saber se o consumo é seguro, ou seja, se a ingestão pode ou não trazer riscos à saúde. Toda água destinada ao consumo humano deve obedecer a padrões de qualidade estabelecidos pelo Ministério da Saúde.

Segundo o coordenador da Vigilância Sanitária, Everton Notti, há vários parâmetros necessários para se garantir a potabilidade. Entre eles, é preciso estar atento à turbidez, à presença de coliformes totais, bactéria Escherichia Coli, flúor, cloro, cor e PH. Cada rede hídrica deve ter seu químico responsável técnico para realizar o controle.

Os dados são informados pelo Município ao Governo Federal por meio de um sistema, no qual a Secretaria Estadual de Saúde também tem acesso aos resultados. Além disso, periodicamente, são realizadas análises pela própria equipe da Vigilância Sanitária.

 

Redes hídricas que não utilizam cloro*

Associação Hídrica Amizade, de Linha Cecília - 30 famílias
Associação Hídrica Unidos de Linha 17 de Junho Alta, Linha 17 de Junho - 41 famílias
Associação Rede Hídrica 9 de Junho - Picada Tatu - 12 famílias
Associação Hídrica 22 de Janeiro, Linha Marechal Floriano - 33 famílias
Associação Hídrica Maria Madalena, Linha Maria Madalena - número não informado
Associação Hídrica Vertente Natural, Linha Marechal Floriano - 22 famílias
Associação Abastecedora de Água de Linha Tangerias - 71 famílias
Associação Hídrica União, Linha Santana - 55 famílias
Associação Hídrica Flor do Campo, Linha Campo Grande - 13 famílias
Associação Hídrica Picada Nova, Linha Picada Nova - 70 famílias

*As informações são da Vigilância Sanitária de Venâncio Aires.

1,6 - miligrama por litro é a concentração de cloro verificada na área urbana de Venâncio Aires. No interior, a legislação exige, no mínimo, 0,2

 

'Temos água boa e segura para beber'

Das redes hídricas consideradas 'em dia' está a Associação Hídrica São Jorge, de Linha Travessa. Estruturada física e administrativamente, ela está localizada na propriedade de Alziro Heinen. Há quase oito anos, a diretoria é composta por Renato Sehnem (presidente), Holdimar Weber (tesoureiro) e Eldo Stertz (secretário).

São eles os responsáveis, seja para o 'bom ou para o ruim'. 'Se acontece alguma coisa, é com a gente. Então minha preocupação é com a qualidade da água', destaca Sehnem. Embora reconheça que algumas das 45 famílias 'torçam o nariz' para o uso do cloro, ele entende que é preciso garantir que não haja problemas. 'Os órgãos de saúde não exigiriam algo se não fosse realmente necessário. Então vamos manter tudo dentro da legalidade. Até agora, não tivemos problema. É uma água boa e segura, que todos bebem.'

A estrutura da rede hídrica foi construída sobre um poço de 65 metros de profundidade. É uma casinha de alvenaria, com energia elétrica e piso. Dentro, o motor que bombeia a água, o dosador de cloro e a tubulação de inox. Os investimentos custaram cerca de R$ 13 mil em 2011. 'Precisamos manter tudo estruturado, fazendo manutenção quando necessária. Também estamos sempre de olho no dosador de cloro e tudo vai para análise', conta o tesoureiro Holdimar Weber.

O custo mensal para cada família associada é de R$ 15, mas há casos de inadimplência.

 

ANÁLISE

A rede hídrica São Jorge, de Linha Travessa, tem como técnica responsável a química Ligiane Weber. Ela faz acompanhamentos semanais e análises mensais da água. 'Dos que não querem cloro, dizem que a culpa é do técnico. Mas a cloração é uma determinação federal, que dá margem de segurança para uma água de qualidade', explica.

Conforme Ligiane, no interior é comum problemas na tubulação, que aumentam os riscos de contaminação. 'Uma água sem tratamento, é uma água sem controle. E precisamos estar seguros daquilo que ingerimos. Mantendo o controle, o cloro não faz mal.'

Em 2018, Venâncio Aires foi reconhecida como uma das duas cidades com melhor vigilância de qualidade da água para consumo humano no Rio Grande do Sul e é citada como exemplo no controle de análises.

 

Fonte: Folha do Mate
Créditos e Foto: Débora Kist 

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Sesc de Venâncio Aires organiza Cinema de Rua

Publicado em 21/03/2019 às 07h40

O Serviço Social do Comércio de Venâncio Aires promove para esta quinta-feira, dia 21, o Cinema de Rua do Sesc, integrando o Projeto Cine Sesc.

O evento ocorre na frente do Sesc, localizado na Rua Jacob Becker, a partir das 19:30h.

Será apresentado o filme A Mulher Invisível, com classificação 14 anos.

Quem tiver interesse em olhar o filme pode levar cadeira, chimarrão, pipoca. O evento é gratuito e a tela de apresentação tem 5x8 metros. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3741-5668.

 

Fonte: Portal RVA

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Agricultor colhe beterraba gigante no interior de Venâncio

Publicado em 20/03/2019 às 17h24

Frey e sua beterraba de 3,8 quilosAgricultor Lauro Frey colheu, nesta safra, uma beterraba gigante. O morador de Linha Cerro dos Bois disse que em seus 53 anos de vida, nunca havia se deparado com uma beterraba tão grande.

Segundo disse, ela pesa 3.83 quilos. Frey confessa que nunca havia colhido um vegeral deste tamanho. Refeição para uma família grande, por mais de uma vez.

 

Fonte: Folha do Mate
Créditos e Foto: Alvaro Pegoraro

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Tequila Baby é atração na terceira edição do Feceva

Publicado em 20/03/2019 às 17h23

Banda Tequila Baby completa 25 anos de carreira neste anoFaltam 17 dias para a terceira edição do Festival de Cerveja Artesanal de Venâncio Aires (Feceva). O evento será realizado no dia 6 de abril, a partir das 17h, no Parque Municipal do Chimarrão.

Uma das atrações é o show da banda gaúcha de punk rock Tequila Baby. O grupo formado por Duda Calvin (vocal), James Andrew (guitarra), Rodrigo Gaspareto (baixo) e Rafael Heck (bateria) completa 25 anos de carreira neste ano.

Também fazem parte da programação shows dos músicos de Venâncio Aires Rafael Sehn e Power Trio, banda RIFFnaria e Thomás Lenz e trio Rock Gaúcho com participação especial de Tchê Gomes, músico que foi integrante da banda TNT e atualmente faz parte da banda Tenente Cascavel.

 

CERVEJARIAS 

Neste ano, 10 cervejarias participam do festival. De Venâncio Aires, participam a GoldenBauch, Max Haus e Rüdiger. Já de fora vem a Jimmy Eagle e Senhor do Malte, de Bento Gonçalves; Heilige e Proeza, de Santa Cruz do Sul; Moocabier, de Paraí; Urwald, de São Vendelino e Chaos Brew Co, de Rio Negrinho/SC.

Quatro atrações gastronômicas estão confirmadas. Bendito Churros, Atelier Gastronômico (pizzas), Insano Old Truck (hambúrguer) e Miss Boteco (comida de boteco) participam do evento com opções variadas de alimentação.

 

INGRESSOS

Os ingressos podem ser adquiridos por R$ 25 nos pontos de venda Barão Bar & Prosa, Cléris Sports, Studio Fit, Di Nápoli, Folha do Mate e Terra FM. Em Lajeado, os ingressos estão disponíveis na loja Marreta e, em Santa Cruz do Sul, na Agridoce.

Para evitar o uso excessivo de copos descartáveis, a compra do ingresso para o Feceva inclui um copo exclusivo. Segundo a organização, o copo feito para "encher com as melhores cervejas do festival, será distribuído na entrada do evento.

 

Fonte: Folha do Mate
Créditos: Cassiane Rodrigues 
Foto: Thiago Tavares 

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Aneel diz que pagamento de empréstimos reduzirá tarifa de energia

Publicado em 20/03/2019 às 17h22

A amortização de empréstimos contraídos em 2014 pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) junto a oito bancos possibilitará um impacto de redução média de 3,7% nas tarifas de energia que serão pagas em 2019 pelo consumidor brasileiro; e de 1,2% em 2020. Esses empréstimos foram feitos visando compensar as concessionárias de energia pelos prejuízos causados pela crise hídrica no setor.

A redução, anunciada hoje (20), em Brasília, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), foi possível a partir de negociações feitas desde novembro do ano passado, entre Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, Ministério de Minas e Energia, Aneel e um pool de oito bancos.

Os recursos a serem usados fazem parte de um fundo criado para compensar eventuais atrasos ou calotes que poderiam ser praticados pelas concessionárias.

 

Reunião em Brasília

A operação de amortização será concretizada na reunião de diretores da Aneel, prevista para a tarde de hoje, em Brasília.

“Esse empréstimo, feito em 2014, seria amortizado até abril de 2020. Diante de condições administrativas identificadas, conseguimos antecipar a quitação desse empréstimo a partir de setembro de 2019. Essa quitação antecipada nos leva a uma atenuação da tarifa em 3,7% em 2019, e de 1,2% em 2020”, explicou o diretor-geral da Aneel, Andre Pepitone.

Com a quitação antecipada da chamada Conta ACR – mecanismo de repasse de recursos às distribuidoras para a cobertura dos custos com exposição involuntária no mercado de curto prazo e o despacho de termelétricas entre fevereiro e dezembro de 2014 – será possível retirar R$ 8,4 bilhões das contas de luz até 2020.

Segundo Pepitone, R$ 6,4 bilhões serão retirados da tarifa de energia paga pelos consumidores em 2019; e outros R$ 2 bilhões sairão da tarifa em 2020 – valores que serão considerados para a definição do preço final das tarifas.

“A materialização dessa decisão irá repercutir no processo tarifário de cada distribuidora de energia em seu aniversário contratual, ou seja, na data de reajuste de cada distribuidora de energia”, finalizou.

 

Fonte: Portal RVA
Foto: Agência Brasil

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