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Oito escolas municipais participam do Projeto Verde é Vida da Afubra

Publicado em 18/03/2019 às 08h07

ANO LETIVO Lançamento ocorreu durante reunião ocorrida na manhã de ontemDesde a sua criação no ano de 1991, seis escolas da Rede Municipal de Ensino participam do Projeto Verde é Vida, programa de ação socioambiental da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). A partir deste ano, mais duas escolas se integram ao projeto, que teve o lançamento ocorrido na manhã da quinta-feira, 14, na sede da filial da Afubra de Venâncio Aires, durante a reunião pedagógica de abertura do ano letivo de 2019.

Na abertura, o tesoureiro da Afubra Marsílio Drescher, destacou as parcerias da Afubra com as Secretarias Municipais de Educação dos municípios interessados em aderir ao programa e das escolas que entendem que o mesmo é interessante e viável. Renovou o desejo que o ano de 2019 seja de muito proveito com o trabalho que será desenvolvido pelas escolas e com o envolvimento de milhares de mãos das regiões de atuação da Afubra. 'O Verde é Vida é uma história construída ao longo de 27 anos. Estamos felizes por causa da compreensão das parcerias e entendemos que somente de mãos dadas e mentes voltadas para um objetivo só, estaremos conseguindo aquilo que almejamos', frisou.

O vice-prefeito Celso Krämer, reforçou as parcerias da Administração Municipal com as mais diversas entidades, como a Afubra no Projeto Verde é Vida, salientando a preocupação da Afubra com o cuidado com a natureza. Frisou que a Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Dom Pedro II, de Linha Hansel, vai representar o município durante a Expoagro Afubra, onde vai apresentar o projeto ´Manuseio de Agrotóxicos`. Defendeu a necessidade de desenvolver um trabalho do manuseio correto dos agrotóxicos, pois isto também implica na preservação do meio ambiente. Reforçou que o município é parceiro neste trabalho e que a conscientização começa pelas crianças e envolve as escolas.

 

'Aqui se inicia e renova o esforço de cada um para que o projeto colha os frutos que todos almejamos e que tenhamos êxito em nossa caminhada'.
MARSÍLIO DRESCHER - Tesoureiro da Afubra

 

'O município é parceiro da Afubra para trabalhar a preservação do meio ambiente'.
CELSO KRÄMER - Vice-prefeito de Venâncio Aires

 

Objetivo

Criado em 1991, o Projeto Verde é Vida tem por objetivo, sensibilizar sobre a importância da preservação socioambiental, tendo as escolas como principal instrumento nas comunidades onde a Afubra atua. A preservação ambiental é tema de trabalhos da entidade desde a sua fundação.

 

Saiba mais

5
é o número de municípios da microrregião da filial da Afubra que integram o Verde é Vida. São eles: Venâncio Aires, Mato Leitão, Sério, Arroio do Meio e Boqueirão do Leão.

15
é o número de regiões de atuação da Afubra.

632
é o número de escolas que desenvolvem o projeto.

184
é o total de municípios que têm escolas envolvidas com o Verde é Vida

 

Escolas - Localização

Emef Dom Pedro II - Linha Hansel
Emef Cidade Nova - Bairro Cidade Nova
Emef Dois Irmãos - Bairro Aviação
Emef Coronel Thomaz Pereira - Linha Taquari Mirim
Emef Bento Gonçalves - Estância São José
Emef Alfredo Scherer - Acesso Dona Leopoldina
Emef São Judas Tadeu - Grão Pará
Emef Narciso Mariante de Campos - Linha Tangerinas

 

Fonte: Folha do Mate
Créditos e Foto: Edemar Etges

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Selma Müller e o badalar do sino

Publicado em 18/03/2019 às 08h05

Selma executa um trabalho que não é mais realidade em comunidades vizinhas, onde o sino já toca automaticamenteCerca de quarenta passos dividem a caminhada diária de Selma Müller, 89 anos, até um local sagrado. A moradora de Linha Arroio Grande tem um compromisso, há exatos 34 anos: tocar o sino da Igreja Evangélica da localidade. Um trabalho voluntário, que faz com boa vontade e dedicação.

Tudo começou em 1949, quando Selma se casou com Kuniberto Müller e saiu de sua terra natal, Vila Santa Emília. 'Nós nos casamos na igreja da cidade, porque aqui não tinha. Os cultos da comunidade evangélica eram no Salão Riograndense, mas o casamento foi lá fora', lembra.

A agricultora aposentada conta, que em 1979 a comunidade de Linha Arroio Grande mobilizou-se para a construção de uma igreja. 'Cada sócio ajudou um pouco, com o que tinha. Eram umas vinte famílias evangélicas. E no dia 20 de abril de 1980 a pedra fundamental foi lançada', recorda.

Porém, a igreja foi inaugurada sem o sino. 'Depois de alguns anos, nós já utilizávamos a igreja e, em setembro de 1994, recebemos uma verba da Alemanha para a compra do sino e de cadeiras estofadas.' No dia 22 daquele mês, uma assembleia aconteceu, informando os sócios de uma doação da Alemanha no valor de mais de 7,5 milhões de cruzeiros, para a aquisição do sino.

 

DIE ANKUNFT DER GLOCKE *

Com a memória rica em detalhes, Selma recorda que em 1985 ocorreu a festa de inauguração do sino. 'A Annita Rosina Peiter foi a madrinha do sino e, naquele dia, nós duas juntas puxamos o sino pela primeira vez na comunidade.' Mal sabia ela, que seria convidada para realizar a atividade diariamente, pelas próximas décadas.

Ao ser questionada como aprendeu a tocar o sino, Selma enfatiza: 'É bem fácil, aprendi logo. Hoje devido minha idade, o que cansa é puxar o sino quando alguém morre, são 45 minutos. Eu puxo a corda três vezes e preciso fazer força para segurar ela, porque não pode tocar de novo, tem que dar a pausa de 10 segundos antes de tocar de novo', explica.

A idosa encara a atividade como profissão. 'As pessoas se orientam com o sino. Às 11h30min não posso falhar, pois muitos estão na roça e escutam o sino, é hora de ir para casa. Quando eu ainda ia na roça voltava especialmente no horário para avisar os vizinhos que estava na hora, eu não posso atrasar, é importante para eles.'

Além desse horário, o sino também é badalado à tardinha, nos cultos e casos de falecimentos. Antigamente, quando Selma tocava o sino pausadamente, avisando a perda de um amigo da comunidade, vinham até ela em busca de notícias. Hoje, com a tecnologia, quem toca na sequência é o telefone. Pode parecer um aviso qualquer, mas quando 'falha', a preocupação corre solta. 'Uma vez precisei ir no médico para fazer uma consulta e não voltei no horário do meio-dia, daí ligaram para minha família perguntando onde eu estava, se estava bem.'

 

*A chegada do sino


Tenho orgulho de ser a responsável pelo sino da comunidade. Nunca pensei que ia ser convidada, era nova na época. E me orgulho, de junto da Anita, ser a primeira a puxar o sino da nossa comunidade e seguir até hoje. Minha família já pediu para largar o compromisso, mas enquanto eu estiver aqui e puder, vou fazer com muito prazer e boa vontade.'
SELMA MÜLLER - Moradora de Linha Arroio Grande


Companheiro fiel nas idas à igreja

Há 7 anos, Selma Müller não puxa o sino sozinha. Ela têm um companheiro que a segue e aguarda até a conclusão do compromisso. Da cor preta com manchas brancas, o cachorro Bobi, amigo fiel da senhora, a espera no portão da igreja. 'Se a gente deixasse ele ia participar do culto, porque sempre fica aqui sentado esperando, é o meu amigo, meu xodó', enfatiza.

Apaixonada pelas lidas do campo, Selma adora ir para a roça, cultivar aipim, batata, feijão, milho e cuidar dos animais. 'Hoje tenho só um terneiro, mas gosto muito de cuidar dos meus bichinhos.'

 

Reconhecimento da Comunidade Evangélica

O pastor da Comunidade Evangélica, Lair Hessel, explica que existem muitas maneiras de servir a Deus e à comunidade. Ele enfatiza a gratidão e o reconhecimento à Selma.'A dona Selma, encontrou o seu caminho: durante anos responsabilizou-se pelo badalar do sino da Igreja Evangélica de Arroio Grande. Sabemos que ela sempre o fez com capricho, com zelo e com alegria.'

Nem sempre Selma anunciou horário e alegrias, teve dias de tristeza. 'Movimentado pelas mãos de Selma, o sino da nossa igreja badalou em dias de alegria e de regozijo: para o culto, festa, casamento e celebração de bodas. Mas anunciou também, muitas vezes, a tristeza, a despedida e o luto. Marcou, pois, pelas mãos de dona Selma, os altos e os baixos, as chegadas e as partidas de toda uma comunidade.'

 

Percepção de repórter

Hoje, Selma se recupera de problemas de saúde, ficou alguns dias sem tocar o sino, quando a atividade foi realizada pelos filhos e netos que moram próximos à idosa. A entrevista foi realizada na quinta-feira, 14, toda em língua alemã e marcou a retomada do trabalho. Acompanhada por mim, a idosa fez o trajeto até a igreja, tocou o sino e garantiu que daria sequência à atividade. 'Wenn es mir nochmal besser geht, läute ich wieder die Glocke.' Para quem não lê em alemão, segue a tradução: 'Quando eu ficar melhor vou voltar a puxar o sino.'


Cultos

O casal Müller tem cinco filhos, três mulheres e dois homens. Desde que a residência foi fixada na localidade, a participação nos cultos já fazia parte da rotina da família. 'Desde o dia que a igreja foi inaugurada nunca faltei um culto, isso é um compromisso', orgulha-se Selma.

 

Fonte: Folha do Mate
Créditos e Foto: Rosana Wessling

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Um futuro para o Leituras

Publicado em 18/03/2019 às 08h03

Sociedade de Leituras foi fundada em 30 de abril 1887A próxima terça-feira, 19, marca mais um capítulo importante da história da centenária Sociedade de Leituras. A reunião liderada pelo Conselho Fiscal elegerá uma comissão provisória para administrar a entidade que, desde o dia 28 de fevereiro está oficialmente sem diretoria, após renúncia coletiva do grupo anterior.

É o momento de alinhar ações e tomar decisões para o futuro entidade que, no próximo mês, completa 132 anos. Há uma década, o clube tinha mais de 1,6 mil associados. Hoje, são 16 com pagamentos em dia, de 95 cadastrados, segundo informação apurada pela reportagem.

Membro do Conselho Fiscal, o empresário Walter Bergamaschi é quem vai liderar a assembleia marcada para as 19h da próxima terça-feira. No mesmo encontro será apreciado e apresentado o balanço financeiro deixado pela gestão renunciante. Segundo ele, existe a possibilidade do mesmo grupo que será formado na noite e que composto por cinco membros, formar a futura diretoria. Ele antecipa que, inclusive, já existe a indicação de uma chapa, mas o nome pode ser apresentado somente na reunião. 'Me prontifiquei a ajudar, mas não serei o candidato a presidente', informa.

Após a assembleia, a comissão terá um prazo máximo de 60 dias para convocar a eleição da diretoria executiva. 'Devemos preconizar o que diz o estatuto. Não há nenhum desespero ou acefalia no clube', destaca. Bergamaschi observa que a gestão termina no dia 31 de dezembro, portanto, o novo e futuro presidente será eleito para completar a gestão (que é bianual) e depois poderá concorrer novamente, se assim desejar.

 

DESAFIOS

Enquanto uma nova diretoria não é eleita, os membros do Conselho Fiscal vêm se esforçando para colocar tudo em ordem e garantir um futuro promissor para a sociedade. 'Eu tenho me esforçado para isso. Vamos nos organizar e tenho convicção, ou melhor, tenho certeza, que vamos reabilitar o Clube', frisa.

Otimista e 'com pés no chão', Bergamaschi pontua a necessidade da colaboração de todos os associados. Para ele, o apoio não pode ficar apenas na esfera do discurso. 'Muitos dizem que gostam do Clube. De fato, é um nome forte, tem uma história que não pode ser esquecida.'

O empresário relata que tem recebido muitos contatos de pessoas, inclusive de não associados querendo ajudar. Após os processos burocráticos - que segundo o conselheiro é a prioridade no momento - é preciso pensar em uma campanha de revitalização do clube. 'Temos que incorporar um programa para alavancar recursos.'

 

'Não basta só ter amor ao Clube, precisamos de ajuda. Todo mundo quer que o Clube siga, mas pra isso precisamos fazer alguma coisa concreta.' WALTER BERGAMASCHI

 

História

1 A Sociedade de Leituras foi fundada em 30 de abril 1887 - antes mesmo de Venâncio Aires ser oficializado como município. Na época - da freguesia de São Sebastião - a denominação era em alemão: Leseverein.

2 A entidade já abrigou biblioteca e sessões de cinema. Durante uma época o Leseverein foi denominado de Clube Comercial. Apenas em 1968 que voltou a ser denominada de Sociedade de Leituras.

3 A sociedade nasceu com a finalidade específica de, conforme seu estatuto, 'cultivar a educação científica popular por meio de leituras de boas revistas e obras, assim como instruções narrativas".

Fonte: Livro Abrindo o Bau de Memórias e Arquivos Folha do Mate

 

A proposta de unir as sociedades

Uma das sugestões para auxiliar na manutenção e continuidade dos trabalhos da Sociedade de Leituras e que voltou a ser comentada nesta semana é a fusão da Sociedade Olímpica de Venâncio Aires (Sova) com a Sociedade de Leituras. A proposta já foi debatida em 2015 e incluiria a Sede dos Motoristas e o Grêmio Recreativo Sete de Setembro. A inspiração vem da cidade vizinha, Santa Cruz do Sul, onde ocorreu a fusão do Sport Clube Corinthians e Clube União, surgindo o União Corinthians.

Quem recorda e vivenciou de perto a discussão sobre uma possível fusão é Airton Etges. Conselheiro da Sova e sócio-honorário do Leituras. Na década de 80 ele chegou a presidir o Leituras, assim com esteve à frente da escola de samba Malandros do Ritmo, em sua antiga formação.

Etges acompanhou a visita em Santa Cruz do Sul como membro do Conselho da Sova. Na época, trouxe dados e documentos que pudessem auxiliar a diretoria, mas o assunto não avançou. 
Uma das sugestões discutidas era de tornar a Sede dos Motoristas a referência como clube campestre; o Sete teria parte da área vendida e outra locada visando uma fonte extra de receitas e; os demais atrativos seriam divididos nas estruturas da Sova e Leituras. 'Neste formato, o sócio se tornaria frequentador de todos os espaços e não apenas de um. Isso foi discutido, mas não avançou.'

Na visão dele, 'os tempos mudaram' e o comportamento social também. 'Hoje muita gente vai para a praia, por exemplo, antigamente não era assim.' Ele cita como exemplo recente no enfrentamento das dificuldades, a AABB que passou a abrir a possibilidade da comunidade em geral se associar, enquanto antigamente era voltada apenas para funcionários e dependentes do Banco do Brasil.

Acompanhando as discussões atuais envolvendo o Leituras, o ex-presidente mantém a opinião de que a fusão seria uma saída. 'Clube e Sova, pelo menos, deveriam se unir, mas sei que é difícil.' 
Outra sugestão dele seria a Prefeitura assumir a gestão e tornar o espaço um centro de cultura, biblioteca e eventos. 'Solução tem. Temos que unir forças e entregar mais para a sociedade em termos de lazer.'


'Basta boa vontade. Eu vejo as pessoas falando em demolir o prédio principal do Leituras. Não podemos fazer isso com a história de Venâncio.'
AIRTON ETGES - Ex-presidente do Leituras

 

Fusão de sociedades: 'Vejo isso muito remotamente'

Para o membro do Conselho Fiscal, o empresário Walter Bergamaschi, a proposta de fusão é vista como algo remoto, ou seja, distante de acontecer. Na opinião dele, em primeiro lugar é preciso 'curar a doença do paciente', para depois encontrar outros caminhos. 'Vamos tentar resolver o problema atual baseados no estatuto, depois buscar retomar os trabalhos e atividades junto com associados. Temos que ampliar e estimular a vinda de novos sócios e depois, neste caminho, se encontrarmos dificuldades, daí sim poderemos analisar alternativas.'

Para ele, em um prazo de 60 a 90 dias já será possível obter uma 'nova fotografia' da Sociedade de Leituras, a partir dos trabalhos da futura diretoria. 'Tenho tranquilidade para dizer, aguardem. Continuem com esse carinho pelo Clube, sejam esperançosos. Eu vou contribuir no que eu puder e tenho certeza que a nova diretoria vai resolver a situação definitivamente.'

 

Um patrimônio do Município?

Uma das ideias que chegou nesta semana à redação da Folha do Mate sugere que o Leituras seja tornado um patrimônio público municipal e, desta forma, a estrutura da Sociedade de Leituras abrigue espaços para exposições, ensaios musicais e teatrais, biblioteca, corais, entre outras propostas culturais.

Segundo o prefeito Giovane Wickert, a Prefeitura está à disposição para colaborar no que for preciso, mas entende que é preciso seguir, primeiro, o que diz o estatuto e, junto com os associados, encontrar as melhores alternativas. 'A sociedade sabe que a Administração está à disposição. Não seremos omissos, mas também não queremos interferir. Daremos o suporte que for necessário para que a sociedade permaneça aberta. Torná-la um patrimônio municipal seria um dos últimos recursos', opina.

 

Fonte: Folha do Mate
Créditos: Letícia Wacholz 
Foto: Alvaro Pegoraro

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Moradora de Venâncio Aires fatura casa em sorteio do TriLegal Tchê

Publicado em 18/03/2019 às 08h01

Moradora de Venâncio Aires ganhou no sorteio do título de capitalização TriLegal Tchê, em sorteio realizado neste domingo, dia 17. A contemplada é Maria Dilce Malikovski Severo ganhou uma residência no valor de R$ 62 mil. Ela reside em Linha Arroio Grande, interior do município. Ainda na região, foi contemplada Hilda Maria Johann, de Lajeado, que recebeu R$ 2 mil como premiação. 

 

Fonte: Rádio Terra FM
Créditos: Cristiano Wildner

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Semana será de chuva e com temperaturas baixas

Publicado em 18/03/2019 às 08h00

A chuva do fim de semana seguirá ao longo dos próximos dias. A segunda-feira, 18, tem risco de chuva forte, com trovoadas. As temperaturas oscilam entre 19ºC e 27ºC. Na terça-feira, 19, o tempo segue nublado, com pancadas ao longo do dia. A mínima fica em 18ºC e a máxima em 28ºC. Na quarta o dia seguirá com tempo nublado e chances de pancadas de chuva. As temperaturas variam entre 14ºC e 24ºC.

Na quinta o sol até pode aparecer, mas ao fim do dia o céu volta a ficar nublado. As temperaturas oscilam entre 13ºC e 22ºC. Na sexta-feira, a chuva retorna para a região, porém, com fraca intensidade. A mínima fica em 16ºC e a máxima alcança os 24ºC. No sábado as condições seguem para pancadas e as temperaturas variam entre 16ºC e 26ºC. No domingo, o dia até pode iniciar com tempo nublado, mas o sol aparece. As temperaturas variam entre 14ºC e 27ºC.

 

Fonte: Olá Jornal 

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Mais de 20 ônibus serão disponibilizados em Venâncio para a Expoagro Afubra

Publicado em 18/03/2019 às 07h59

Interessados em visitar a 19ª Expoagro Afubra em Rio Pardo nos dias 26, 27 e 28 de março terão roteiros de ônibus gratuitos disponibilizados. A Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) disponibilizará 22 ônibus no município, com roteiros para os três dias da feira. Além disso, os Sindicatos Rural e dos Trabalhadores Rurais, também organizam transporte para os interessados em acompanhar as programações.

Com a expectativa de atrair mais de 100 mil visitantes nesta edição, serão disponibilizados diversos roteiro de ônibus para o evento, a partir de regiões onde a Afubra possui unidades. “Esta é uma feira voltada ao pequeno produtor rural, é uma oportunidade para conhecer novas tecnologias e melhorias para aplicar na lavoura. Por isso, incentivamos a participação dos agricultores familiares, de todas as regiões e localidades,” destaca o coordenador da Expoagro Afubra, Marco Dornelles.

Interessados em visitar a feira podem contatar o Sindicato dos Trabalhadores Rurais (3741-1630) que organiza roteiro para o dia 27 de março. Já o Sindicato Rural terá ônibus no dia 26 de março e interessados podem contatar pelo telefone 3741-1946.

 

Fonte: Olá Jornal 

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Em busca de um novo lar para os animais de rua

Publicado em 18/03/2019 às 07h57

Cães e gatos são abandonados e acabam sendo resgatados das ruas todos os dias por Organizações não Governamentais (ONGs) e pessoas que atuam na proteção animal. Em Venâncio Aires é comum ver diversos animais vivendo na rua.

A protetora animal, da ONG Amigo Bicho, que resgata e promove a adoção de animais de rua no município, Nais Elizete de Andrade, destaca que ao passar dos anos os números de abandonos aumentaram, assim como o de adoções. “Parece algo contraditório, mas é algo simultâneo, as pessoas estão adotando cada vez mais, assim como, os cachorros estão se reproduzindo com mais facilidade”, explica.

Ela comenta que para reverter esta situação, é preciso aplicar políticas públicas de castração para controlar a população de cães e gatos, já que, as ONGs não conseguem ter recursos para castrar a maioria das fêmeas resgatadas e aquelas que ainda vivem na rua, para que reprodução seja evitada.

Atualmente, os voluntários que integram a ONG Amigo Bicho são responsáveis por 30 animais que esperam por adoção, e estão em lares temporários. A maior parte deles, são idosos, fêmeas ou que possuem algum ferimento.

Nais afirma que há o desejo de poder ajudar mais animais, mas no momento ainda não é possível. “É difícil aumentar este número, pois falta espaço, recursos e lares temporários que nos auxiliam. Nós precisamos de ajuda da comunidade, para conseguir acolher mais animais, é dever de todos”, justifica.

 

PRECONCEITO

A maioria das pessoas ainda possuem preconceito em relação a adotar cachorros de rua já adultos. A empresária da área pet e especializada em adestramento canino, Daiane Faleiro, explica que isso se dá, por conta do receio do temperamento e do comportamento do cão. “Por isso, na hora de adotar, escolhem os filhotes”, justifica.

Ela destaca, que muitas vezes os cães trazem consigo, traumas e medos, causados pela vida na rua, o que causa a baixo autoestima no animal, medo e transtornos de comportamento. Mas frisa, que isso pode ser desconstruído com carinho e também com uma relação de amizade e confiança. “Os cães aprendem fácil e superam traumas com muita facilidade”, conclui.

 

MAUS-TRATOS 

Após a atualização do Código de Meio Ambiente e Posturas no ano passado, o cidadão que for flagrado cometendo maus-tratos aos animais será penalizado com multas mais pesadas. A fiscalização dos casos são de responsabilidade da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEEMA), que recebe todos os dias denúncias.

Em dezembro, no mesmo período em que foi realizada a aprovação da nova redação do código, o abandono de um cão com ferimentos às margens da rodovia RSC-453 foi denunciado à Polícia Civil e na Secretaria de Meio Ambiente. O animal foi socorrido por voluntários e levado a uma clínica veterinária, no entanto, não resistiu aos ferimentos e acabou morrendo.

Desde então, a equipe responsável que concluiu os trabalhos nesta semana, estava investigando o caso, apurando os fatos e a comprovação do infrator. Com tudo finalizado, o setor de fiscalização da Prefeitura emitiu um auto de infração e multou em R$ 6.435,00 em função da prática do abandono e maus-tratos.
A fiscal da Secretaria do Meio Ambiente, Carin Gomes, explica que a demora da conclusão dos casos, se dá devido a coleta de informações e denúncias, para que o infrator seja punido.

Ela comenta, que 30 casos estão em fase de investigação, e que só nesta semana, recebeu duas denúncias. “Um era um cachorro que não era alimentado há cinco dias, já o outro, era a morte de dois cachorros a pauladas”, complementa.

Além disso, Carin destaca que a publicidades das punições e dos casos de maus-tratos pode auxiliar na conscientização da população. “Com isso, esperamos diminuir a incidências dos casos no município”, finaliza.

O cidadão pode registrar denúncias de maus-tratos através de Boletim de Ocorrência na Polícia Civil ou então, na Secretaria através do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) e aplicativo Fiscale.

 

Fonte: Olá Jornal

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Produção de aipim coloca Venâncio Aires em destaque no estado

Publicado em 18/03/2019 às 07h56

A maior área cultivada com aipim no Rio Grande do Sul está em Venâncio Aires. Na última safra foram 2.100 hectares produzidos, gerando mais de 42 mil toneladas. O maior volume é direcionado para consumo nas próprias propriedades rurais. São 15 mil toneladas anuais destinadas à comercialização em feiras, agroindústrias, descascados, processados e in natura. Por ser uma cultura agrícola de fácil manejo e de alta produtividade, o produto tem mercado e permite o aproveitamento total das plantas.

Atualmente 2.055 famílias possuem o cultivo com mais de 500 plantas e são acompanhados e identificados pelo escritório da Emater/Ascar de Venâncio Aires. Destes, 440 produtores fazem a produção para comércio, o restante utiliza a planta para consumo próprio e produção de alimento aos animais da propriedade.

Já tradicional produtora de tabaco, como a Capital do Chimarrão ganhou destaque e liderança no cultivo de aipim? Segundo o chefe do escritório da Emater, Vicente Fin, o município ganhou destaque na produção de mandioca na década de 1990. Naquela oportunidade, a produção foi sugerida durante a entressafra da erva-mate. “Esta é uma produção que não exige um solo especial e se adapta facilmente ao lado dos ervais. Por isso, se adaptou nestas lavouras e permitiu aos produtores uma nova renda nos anos sem colheita nos ervais.”

A partir deste movimento, o cultivo de mandioca ganhou destaque nas propriedades rurais do município, especialmente na região do barro vermelho.

 

MARCA DE VENÂNCIO

Nos pontos de comercialização, em especial na Central de Abastecimento do Rio Grande do Sul (Ceasa/RS), o produto venâncio-airense ganha destaque e já é identificado com diferencial pela qualidade. A espécie de aipim cultivada em solo local é do tipo Vassourinha. Mais de 90% das lavouras contam com este tipo de espécie.

“Esta mandioca tem melhor cozimento, arranquio facilitado, não exige melhoramento do solo e possui melhores condições contra pragas e doenças da cultura,” explica Fin.

 

FORÇA ECONÔMICA

Venâncio Aires é líder em área de produção de mandioca no estado. Quando levado em consideração a produção voltada ao comércio (in natura, descascado e congelado) o município fica atrás de Santo Antônio da Patrulha. Na última safra os produtores venâncio-airenses comercializaram 15 mil toneladas de aipim.

Quanto a capacidade de produção, a Emater avalia que a produção no município alcançou o seu equilíbrio, garantindo condições de renda e produtividade. Ao longo do ano o produto é comercializado, porém, nos meses de janeiro, fevereiro e março, a caixa de 20 quilos é mais valorizada, chegando a custar R$ 20. Porém, no último trimestre do a unidade poder render ao produtor apenas R$ 8.

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Governo Municipal e Sindicato fecham reajuste salarial dos servidores em 7,73%

Publicado em 18/03/2019 às 07h55

Em reunião na tarde desta sexta-feira, 15, os representantes do Sindicato dos Servidores Municipais e da Prefeitura de Venâncio Aires discutiram o reajuste salarial da categoria. O índice de reposição fechou em 7,73% que passa a vigorar já no pagamento de março e sem parcelamento. Além disso, o vale-alimentação teve acréscimo de R$ 40, passando dos atuais R$ 210, para R$ 250. O vale-feira passará dos atuais R$ 20 para R$ 25 mensais para compras na feira dos produtores rurais.

O Governo Municipal também garantiu a continuidade do pagamento do décimo terceiro salário em primeira parcela no mês de junho e o restante em dezembro.

A entidade sindical, junto com uma comissão de servidores, aprovou a proposta do Governo Municipal, sem a necessidade de levar a pauta de propostas para nova assembleia. “A proposta atendeu as expectativas da categoria, não atingiu todos os percentuais, mas entendemos que o governo buscou alcançar em parte os pedidos,” destacou o presidente Odenir Guterres de Carvalho.

Na proposta inicial do sindicato era solicitada a reposição salarial de 10% e sem parcelamento; aumento de 43% do vale-refeição para chegar a R$ 300,0o e aumento para R$ 50,00 do vale-feira.

Um projeto de lei com os percentuais acordados nesta sexta-feira, 15, deve ser encaminhado na próxima semana ao Legislativo Municipal, para votação. Há chances da matéria ser encaminhada em carácter de urgência.

 

Fonte: Olá Jornal 

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Venâncio Aires - Feira Comercial da 15ª Fenachim tem poucos espaços à disposição

Publicado em 18/03/2019 às 07h36

Venâncio Aires (RS) – O maior evento de Venâncio Aires não só valoriza a tradição e a cultura do Rio Grande Sul como também se apresenta como vitrine do município e da região aos milhares de visitantes. A 15ª Festa Nacional do Chimarrão (Fenachim), que acontece de 1 a 5 e de 9 a 12 de maio de 2019, no Parque Municipal do Chimarrão, conta com Feira Comercial, Praça de Alimentação e Food Park, além de Chimarródromo e Pavilhão da Agropecuária.

De acordo com o coordenador da Comissão Comercial da Fenachim, Marcos Daniel Hüttmann, restam alguns espaços na Feira Comercial, que contempla o ginásio e o pátio do Parque do Chimarrão. “Estamos chegando à reta final da comercialização e alguns estandes ainda podem ser adquiridos pelos empresários locais e da região para apresentar a sua marca na festa”, comenta Hüttmann.

Os interessados devem procurar o Departamento Comercial da Fenachim no Acesso Dona Leopoldina, 3600, Parque Municipal do Chimarrão, em Venâncio Aires, de segunda à sexta-feira, das 8h30 às 11h30. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail comercial@fenachim.com.br ou pelos fones (51) 9 9945-3299 e (51) 3983-1105, com Ivo I. Trarbach, da Proreali Feiras e Eventos.

 

Fonte: Four Comunicação 

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