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Momento de confraternização é dedicado às soberanas da Fenachim

Publicado em 13/05/2019 às 07h45

Soberanas reviveram seus reinados e brindaram mais uma FenachimPara marcar o encontro das soberanas, representantes das 15 edições da Festa Nacional do Chimarrão (Fenachim), a Folha do Mate e Rádio Terra FM, com apoio da Alliance One e China Brasil Tabacos, promoveram um coquetel de confraternização. O evento ocorreu neste sábado, no estande das tabacaleiras, no Parque Municipal do Chimarrão. 

A proposta do encontro foi promover um momento de descontração entre as anfitriãs da Fenachim, para relembrar os reinados e os momentos que marcaram os 33 anos de história da festa, que tem o sabor do Rio Grande. 

O diretor de conteúdo da Folha do Mate, Sérgio Klafke, aproveitou a ocasião para salientar a importância do evento, que este ano, completa a segunda edição. "A Folha do Mate se sente muito feliz em proporcionar este encontro e reconhece a importância de vocês,em todas as edições da Fenachim", ressalta.

O diretor administrativo e financeiro da China Brasil Tabacos, Roberto Naue, também reforçou a importância de manter esta parceria entre as empresas. "Este talvez não seja o momento mais importante da festa, mas posso dizer que é o mais bonito, por causa da presença de todas vocês", afirma. 

Para a presidente executiva da Fenachim 2019, Cleiva Giovanaz Heck, além da beleza das soberanas, as marcas que elas deixam estão relacionadas ao trabalho, ao que fazem e transmitem à sociedade venâncio-airense. 

Além das soberanas, o encontro contou com a presença dos integrantes da comissão organizadora da festa, representantes das empresas organizadoras do encontro e autoridades. Os convidados foram recebidos pelas soberanas da atual corte, a rainha Lavínia Wachholz Naue e as princesas, Andressa Halmenschlager e Thaíse Fagundes.

 

Fonte: Folha do Mate
Créditos e Foto: Taiane Kussler

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Venâncio Aires - Domingo de tempo bom lota a 15ª Fenachim e público visitante chega a 95 mil pessoas

Publicado em 13/05/2019 às 07h34

Venâncio Aires (RS) – Depois de receber mais de 50 mil visitantes nos cinco primeiros dias, de 1º a 5 de maio, a 15ª edição da Festa Nacional do Chimarrão (Fenachim), encerrou neste domingo, 12, em Venâncio Aires (RS), depois de reiniciar na última quarta-feira, 9. A Comissão Organizadora estima que mais de 95 mil visitantes tenham prestigiado a Festa com o Sabor do Rio Grande em nove dias de intensa programação. “Nem mesmo o tempo instável, que nos acompanhou nestes últimos dias, tirou o brilho da nossa festa. Ver o parque lotado neste domingo, com o público prestigiando todas as atrações musicais, artísticas, esportivas e culturais que preparamos com tanto carinho, nos deixa muito felizes”, enfatizou a presidente da 15ª Fenachim, Cleiva Giovanaz Heck.

Na última quinta e sexta-feira, mesmo com o acesso gratuito, a predominância da chuva e do tempo instável prejudicaram o movimento no Parque Municipal do Chimarrão. Já na noite de sábado, 11, a expectativa de um grande público para o show nacional da dupla João Neto & Frederico se confirmou. Cerca de oito mil pessoas prestigiaram a apresentação, embalada pelos maiores sucessos da dupla. “Foi um show inesquecível, do tamanho da nossa festa e um presente para Venâncio Aires no dia do seu aniversário de 128 anos”, salientou a presidente.

Quem visitou o último dia da Fenachim encontrou o parque lotado e uma diversificada programação. O 3º Rodeio Artístico da Associação Tradicionalista Venâncio-Airense (ATVA) reuniu cerca de 500 participantes nas competições de danças tradicionais nas categorias pré-mirim, mirim, juvenil, adulta e Veterana/Xirú, conforme regulamentos do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG) e da 24ª Região Tradicionalista. Os passeios de helicóptero e de balão, que sobrevoaram o parque e o município, também chamaram a atenção dos visitantes.

Galinhada – Uma das grandes novidades da 15ª Fenachim foi o tradicional prático tipo de Venâncio Aires, a galinhadaque foi servida a preço popular de R$ 10,00 diariamente no Espaço Galinhada Bom Frango. “A ideia da galinhada foi plenamente aprovada pelo público, que teve o apoio fundamental do grupo de festeiros, que atuaram de forma voluntária. A todos só temos que agradecer”, completou a presidente da festa.

Festeiros – Outra inovação desta festa foi a participação efetiva de um grupo de 42 festeiros (foto), representantes dos distritos, bairros e centro do município. Durante os meses que antecederam a Fenachim, eles participaram de diversas festividades, na cidade ou região, divulgando a Festa com o Sabor do Rio Grande. Na noite da última sexta-feira, todos foram recepcionados para um jantar no estande da Alliance One e China Brasil Tabacos (CBT), como forma de agradecimento pelo trabalho voluntário realizado.

Organização - Organizada em parceria pela Associação Festa Nacional do Chimarrão (AFenachim), com apoio da Prefeitura de Venâncio Aires e patrocínio âncora da Alliance One e China Brasil Tabacos, patrocínio máster da Corsan e Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo, patrocínio da Dália Alimentos, Farmácia São João, Tabacos Marasca, Super Lenz e Philips Morris, e financiamento do Governo Federal via Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cidadania; a 15ª Fenachim teve como suas principais divulgadoras a Rainha Lavínia Wachholz Naue, e suas Princesas, Thaíse Fagundes e Andressa Halmenschlager.

 

 

Sertanejo de João Neto & Frederico atrai oito mil pessoas à Fenachim

Público lotou a Arena de Shows e marcou o último fim de semana da Festa com o Sabor do Rio Grande

 

Venâncio Aires (RS) – A música e a alegria da dupla goiana João Neto & Frederico embalaram a noite do último sábado, 11 de maio, em Venâncio Aires. Última atração nacional da 15ª Festa Nacional do Chimarrão (Fenachim), encerrada neste domingo, 12, os sertanejos trouxeram músicas autorais como Lê Lê Lê, Meio Seu – que tem participação de Leo Santana – ,Tá Combinado, Rapariga Não e Não Tem Tu, Vai Tu Mesmo, reunindo mais de oito mil pessoas na Arena de Shows Euro Bier. Além de músicas próprias, os irmãos agitaram o público cantando o hit do verão 2019, Jenifer, além de entoar um dos maiores clássicos do sertanejo brasileiro, a canção Telefone Mudo.

 Simpáticos e atenciosos com os fãs, os irmãos chegaram ainda durante à tarde na cidade, e atenderam as rádios locais. À noite, minutos antes de subirem ao palco, eles receberam fãs no camarim e ainda experimentaram o prato típico de Venâncio Aires, a tradicional galinhada. Representantes da música sertaneja universitária há 12 anos, João Neto & Frederico têm 11 álbuns no currículo. A dupla gravou seu primeiro CD, intitulado Se Não For por Amor, em 2004. O álbum João Neto & Frederico – Ao Vivo, lançado em 2008, foi um marco na carreira dos músicos e colocou os goianos pela primeira vez em uma trilha sonora da Rede Globo, na novela Paraíso.

 Mas foi em 2012, com o DVD Ao Vivo em Palmas, que a carreira alavancou e os colocou mais uma vez em um folhetim da Rede Globo, Cheias de Charme, em que os artistas lançaram Lê Lê Lê. Já em 2017, a dupla gravou em Goiânia o mais recente trabalho da carreira, o DVD João Neto & Frederico Em Sintonia. Este projeto conta com músicas inéditas e participações especiais como Jorge e Mateus, Simone e Simaria, Gusttavo Lima e Mc Kevinnho.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa da 15ª Fenachim
Créditos: Four Comunicação
Foto: Willian de Oliveira 

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Reunião com pais vai tratar sobre o futuro do Casva

Publicado em 11/05/2019 às 09h39

Atualmente, 85 crianças entre zero e seis anos incompletos são atendidas no CasvaUma reunião nesta sexta-feira, 10, no Centro de Assistência Social de Venâncio Aires (Casva) pode dizer 'alguma coisa' sobre o futuro da entidade. Inicialmente, pais e responsáveis são esperados às 19h para um encontro sobre a Associação de Pais e Mestres (APM). Mas, abertamente, o que todos esperam é algum indicativo sobre o que vai acontecer com a escola.

Isso porque, na última semana, a diretoria do Casva convocou assembleia para o dia 16 de maio para tratar de sua dissolução. Em nota, informou que as contribuições caíram muito em 2019 e que em pouco tempo não fariam frente às despesas de manutenção. Disse ainda que 'Sem a contribuição voluntária dos pais, não há condições de viabilizar o funcionamento da entidade'.

A partir disso, surgiu a preocupação: é possível o Casva fechar as portas? Receosa, a dentista Daniela de Andrade Xavier, que desde março leva sua filha de um ano e meio ao local, falou à Folha do Mate. 'Houve uma reunião terça à noite e ainda não sabemos que rumo irá tomar. Nos falaram que o prefeito deve trazer novidades na reunião de sexta.'

Ela disse ainda que o município deveria auxiliar a Casva. 'Ele presta um trabalho imensurável. Mas caso a Prefeitura assuma o Casva, espero que fiquem com as professoras, porque são excelentes profissionais e não gostaríamos de perder nenhuma.'

Para Daniela, o maior problema é a inadimplência de alguns pais. 'Nos foi passado que apenas 35% contribuem de alguma forma. Se todos ajudassem, seria possível manter', afirmou a dentista, que mensalmente paga R$ 350 à entidade.

'Nesse momento, objetivo é passar tranquilidade', diz prefeito

A diretora do Casva, Daiane Nunes, confirmou que na reunião de hoje é esperada a presença do prefeito Giovane Wickert. Na quarta-feira, 8, ela, o prefeito, a secretária de Educação, Joice Battisti Gassen, integrantes do Rotary Club Venâncio Aires (mantenedor do Casva), da Procuradoria Jurídica e do Conselho Municipal de Educação estiveram em Santa Cruz do Sul. Sem dar detalhes, Daiane disse que no Ministério Público de lá foram discutidas tratativas para que o Casva não feche. A Promotoria da cidade vizinha é responsável pelas vagas da educação infantil na região. 'Sinto que o prefeito está muito engajado, mas do que vai ser proposto, vamos esperar.'

Procurado pela reportagem, Giovane Wickert destacou que na reunião desta noite a prioridade é passar tranquilidade para a comunidade escolar. A ideia é, até quinta-feira, 16, quando ocorre a assembleia da diretoria do Casva, que sejam tomadas medidas para dar garantias aos pais da continuidade ao atendimento. 'Estamos trabalhando em unidade, entre Casva, Prefeitura e MP. Neste momento, o objetivo é tranquilizar. Não tem uma solução específica, são alternativas para dar essa sequência. Mas o que interessa nesse momento, até achar a solução exata e divulgar, é dar essa tranquilidade.'

 

RELEMBRE

Em outubro de 2017, a Folha do Mate já relatava que o local corria o risco de fechar. No entanto, a garantia de aumento no repasse do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e das mensalidades possibilitaram a continuação do trabalho.

Em fevereiro deste ano, um termo de colaboração entre Município e Casva determinou um repasse de, ao longo de 2019, R$ 579.747,72, valor que chega através do Fundeb. O recurso pode ser utilizado para pagamentos de salários, encargos e outras poucas despesas. Mas gastos com alimentação, nutricionista, manutenção, material de higiene e telefonia, por exemplo, dependem do valor arrecadado com as contribuições dos pais.

Atualmente, 85 crianças entre zero e seis anos incompletos são atendidas no Casva, mas a capacidade é para 116.

 

Fonte: Folha do Mate
Créditos: Débora Kist 
Foto: Alvaro Pegoraro

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Venâncio sofre com a falta de medicamentos do Estado

Publicado em 11/05/2019 às 09h37

Marilena, moradora de Linha Travessa, vai precisar comprar o remédio para reumatismoMarilena Sebastiana Menezes, de 47 anos, foi até a Farmácia Municipal de Venâncio Aires nesta semana para retirar os medicamentos que recebe de forma gratuita do Estado. No entanto, saiu de lá sem duas das caixas que recebe mensalmente para tratar o reumatismo na coluna. Esse é o segundo mês que a moradora de Linha Travessa fica sem o remédio e precisará desembolsar dinheiro da aposentadoria para comprar.

'Se eu não tomar esse medicamento, não caminho e preciso ficar me apoiando para andar', afirma. Mensalmente, retira dois tipos de remédios na farmácia. Um deles é adalimumabe que recebe há dois anos e outro que toma há dez, mas não recebe há dois meses, é o sulfassalazina. 'Preciso tomar quatro comprimidos por dia desse remédio', comenta. Segundo ela, no ano passado esse mesmo medicamento ficou cerca de quatro meses sem ser distribuído. Quando essas situações acontecem, ela precisa recorrer às farmácias particulares para comprar as duas caixas mensais. A reportagem entrou em contato com alguns estabelecimentos de Venâncio e constatou que cada caixa de sulfassalazina com 60 comprimidos pode ser comprado, com desconto, por R$ 73 e por R$ 98 sem desconto.

Em Venâncio Aires, conforme a Secretaria Municipal de Saúde, está sendo registrada a falta de mais de dez medicamentos para tratar dos mais diferentes diagnósticos como, diabete, glaucoma, artrites reumatoide, transtornos de atenção, esquizofrenia, doença do crohn, retocolite ulcerativa idiopática (RCIU) , hepatite, dislipidemia, hipertensão, hiperplasia prostática benigna (HPB), sistemas urológicos, calvice, prevenção secundária dos eventos aterotrombóticos, entre outros

A chefe da 13ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRS), Mariluce Reis, confirmou à reportagem da Folha do Mate que o medicamento de Marilena está em falta. Segundo ela, nessas situações, junto ao Departamento de Assistência Farmacêutica (Daf) do Estado, é possível tentar o remanejo de um município entre outro.'Quando acontecem essas situações de falta de medicamentos, geralmente estão relacionadas à licitação de recebimento ou da entrega do laboratório', explica.

Mariluce destaca, ainda, que a Coordenadoria Regional mantém contato com a Farmácia Estadual que repassa os medicamentos às coordenadorias de saúde.

 

PROMOTORIA 

Um morador de Venâncio Aires, que faz uso de insulina, procurou a Promotoria de Justiça do município para relatar a situação. De acordo com o promotor, Fernando Buttini, foram solicitadas informações da Secretaria de Saúde do município na quinta-feira à tarde. 'Mas existe um inquérito civil tramitando na Promotoria de Direitos Humanos, em Porto Alegre. Além de uma reunião agendada com o Estado para ver essa situação de falta de medicamentos', explica. Assim que obtiver retorno da pasta municipal, Buttini tomará as medidas necessárias em âmbito municipal.

Atualmente, existem quatro mil cadastros de pacientes ativos para a retirada de medicamentos e fraldas repassados pelo Estado, em Venâncio Aires.

Normalização
Ainda no fim da manhã de sexta-feira, 10, a coordenadora da 13ª CRS, Mariluce Reis, informou que a situação envolvendo a insulina - remédio para a diabete - deve ser normalizada até a próxima semana. Já o Ministério da Saúde, em nota, disse que tudo deve ser normalizado até o fim deste mês.

Ministério da Saúde lamenta e diz que se esforça para normalizar

A reportagem entrou em contato com o Ministério da Saúde que informou que, desde janeiro, mantém esforços para regularizar o abastecimento de medicamentos adquiridos, de forma centralizada, porque muitos dos processos não foram iniciados no tempo devido e, por isso, ocorre atraso nas entregas. 'Em todo o país, a expectativa é de assinatura dos contratos de compra para regularização de todo o abastecimento de medicamentos ainda no mês de maio', informaram.

No Rio Grande do Sul, a distribuição dos medicamentos Tacrolimo 1mg, Micofenolato de Mofetila 500mg e Micofenolato de Sódio, Imatinibe 100 mg e Imatinibe 400 mg já está regularizada. A pasta informou ainda que os medicamentos Trastuzumabe 150mg e Infliximabe 10mg/ml, a Secretaria Estadual de Saúde agendou as entregas para os dias 22 e 23 deste mês.

A gestão do Ministério da Saúde disse que reconhece que não podem faltar medicamentos à população e que está adotando uma série de medidas para evitar que essa situação se repeita. 'Entre elas, está a ampliação dos processos licitatórios de compra para abastecimento de, no mínimo, um ano, o que proporcionará maior condição de previsibilidade dos estoques atendendo a Lei de Licitações 8.666/93', explicou o Ministério, em nota.

A pasta também informou que todas as informações e dificuldades relacionadas aos processos de compra estão sendo compartilhadas com o Tribunal de Contas da União (TCU) e demais órgãos de controle, como intenção de recursos e recursos interpostos, distribuidoras que assinaram contrato com o Ministério da Saúde e não estão cumprindo os prazos de entrega, dentre outros de origem judicial.

 

Fonte: Folha do Mate
Créditos e Foto: Ana Carolina Becker

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Assombração no cemitério de Linha Cerro dos Bois

Publicado em 11/05/2019 às 09h35

Quem conta as lembranças da infância é Estela Kaufmann, sobrinha do Lauro e do Eduardo. A professora reside em Venâncio Aires.'Quando eu era pequena, a gente fazia acampamentos com o meu tio Eduardo, em Linha Pinheiral. Era costume dele se reunir com a criançada e os parentes, de noite, em volta de uma fogueira, e contar "causos" e histórias. Lembro bem de uma delas. O tio Eduardo contava que outro tio meu, o Lauro, tinha uma namorada para as bandas de Linha Cerro dos Bois.

Preocupada, naquela época, a minha avó alertava para que o tio Lauro não voltasse tarde, pois precisava passar em frente a um cemitério para chegar até a casa da namorada e todos na vizinhança diziam que o lugar era assombrado.

Mas, no tempo de guri, quem dava bola para assombração quando era para namorar? Pois bem, contam que já passava da meia-noite e tio Lauro voltando a galope com seu cavalo para casa, já que morava na cidade, viu uma movimentação na estrada escura. Um grupo de pessoas de preto, rezando, com um caixão. Era um cortejo fúnebre. Meu tio então, pela boa educação, tirou o chapéu e cumprimentou. Logo se deu conta de que, depois da meia-noite, não poderia estar ocorrendo um enterro.

Ao olhar para trás, que susto! Não havia nada na estrada. Nenhum cortejo fúnebre, nenhum enterro e nenhuma pessoa. Resultado: além de sair galopando apavorado, acabou terminando o namoro com a prenda e nunca mais se foi para aquelas bandas.'

 

Fonte: Folha do Mate
Créditos: Rosana Wessling - Estela Kaufmann

 

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Viagens para a Vila de Venâncio

Publicado em 11/05/2019 às 09h34

Quem conta as histórias das viagens para a 'Na minha adolescência, na década de 1960, de vez em quando, vovô Edwin Parkert me convidava para ir junto viajar para a "Vila", como se dizia, o que era para mim algo muito especial. Como morávamos em Linha Silva Tavares e os avós em Linha Isabel, distante uns três quilômetros, eu pousava na casa deles, pois saímos cedo. Algumas vezes, o primo Armin Böhm também pousava e ia junto.

Os preparativos para a viagem eram quase um "ritual". Vovô pedia pra vó Wilma fritar frango - sempre recomendando fritar bem -, que era colocado na menor lata, dessas de jogo de cinco latas, que cabia uma dentro da outra, utensílio comum na época.

Levávamos, também, rapadura, bananas, doces e, geralmente, bolo de laranja que a vó preparava. Tudo isso era acomodado numa mala de garupa que era colocada atravessada sobre o banco da carroça. Também era levado um saco com um tanto de milho para o "lanche" dos dois jumentos: o Gaúcho e o Boneco, que puxavam a carroça.

O fato de sairmos cedo não significava que a viagem era contínua, direto para a dita Vila. Como vovô nunca tinha pressa, era comum ficar conversando com conhecidos, às vezes, um ex-peão que encontrava pela estrada ou qualquer outra pessoa conhecida. Quando o primo Armin ia junto, tínhamos a mania de contar todos os arros e caminhões que víamos - a brincadeira valia até a entrada da Vila. Lembro que, numa dessas, contamos 108, isso ida e volta.

Às vezes, na ida, vô Edwin passava por Linha 17 de Junho para comprar alguns garrafões de cachaça no alambique de Afonso Schwendler. Certa vez, lá pelas 11 horas, com fome, provei a tal cachaça que ele oferecia como cortesia e fiquei tonto. Nosso almoço (lanche), normalmente, era feito no barranco debaixo de plátanos na rua General Osório, mais ou menos onde hoje fica a agropecuária Chimarrão do Rogério Richter, porém, no lado oposto.

Depois da pausa, meu oficio - ou nosso, junto com o primo Armin -, era arrumar os burros na carroça com todos os apetrechos. Eram muitos e cheio de detalhes, e gostávamos de fazer. Após, se fazia o roteiro, que não era sempre o mesmo, mas alguns lugares nunca ficavam de fora. Como no Avelino Klein, para comprar algumas garrafas de vinho e, se era perto do fim de ano, algumas cervejas Brahma e gasosas (refrigerante). No patrício (turco), que depois virou supermercado Central, defronte à Igreja Matriz, era o "ápice" da grande viagem, pois, para nos agradar, o vô dava a volta na quadra da igreja, único trecho pavimentado na época.

Às vezes, íamos passear um pouco na casa da família Pilz. nas imediações da Casa Schwertner. Pela cidade, em meio a tudo que chamava nossa atenção, prestávamos atenção no jipe da polícia que o inspetor Bangel dirigia e a picape Willys, às vezes com a caçamba cheia de brigadianos.

 

O Retorno

Em algumas dessas viagens, vô Edwin voltava por Santa Emília. Comprava erva-mate ensacada na Ervateira do Orlando Weiler e vendia para a vizinhança e família. Como não tinha comunicação prévia, acontecia de não ter erva pronta o suficiente, o que atrasava o retorno para casa. Weiler botava o engenho a funcionar na capacidade máxima. Além da relação comercial, eram amigos.

Quase sempre saíamos tarde, muitas vezes já anoitecendo. Fazíamos um caminho que saía em Linha Brasil, na Madeireira Haas. Quando era noite de lua cheia, ali próximo, ficávamos atentos para ver o caminhão Ford F 600 bege do Dorival Ruppental que sempre estava no pátio da casa comercial.

Assim, em marcha contínua e firme, nossos parceiros Gaúcho e Boneco nos levavam até em casa com ar de tarefa cumprida. Vô Edwin, a seu modo, retribuía com uma refeição especial e folga no dia seguinte. E eu e meu primo torcendo que, em breve, saísse outra viagem para a Vila Venâncio.'  

 

Fonte: Folha do Mate
Créditos: Lotario Wessling 
Foto: Juliana Bencke

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Cerca de 17% dos veículos abordados pela BM são autuados

Publicado em 11/05/2019 às 09h32

Ao longo desta sexta-feira, 10, os policiais militares guincharam quatro veículos que estavam com o licenciamento vencidoBrigada Militar de Venâncio Aires divulgou nesta sexta-feira, 10, números referentes às abordagens de veículos. Desde o início do ano, foram fiscalizados 1.349 carros, motos e caminhões - média de 337 veículos abordados por mês. Dos veículos abordados, 17% foram autuados e 10% recolhidos, por guincho, a depósito credenciado pelo Departamento de Trânsito do Rio Grande do Sul (DetranRS).

De acordo com a capitão Michele da Silva Vargas, comandante da Brigada Militar na Capital Nacional do Chimarrão, as fiscalizações têm o objetivo de coibir furtos e carros clonados. 'A partir deste trabalho de policiamento ostensivo, quando os veículos apresentam alguma irregularidade, acaba sendo adotado o que está previsto em lei', informa. A capitão Michele também observa que a maioria das autuações a veículos em Venâncio Aires é por dirigir sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

 

IPVA 2019

O calendário do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2019 já foi encerrado. Os últimos dois grupos de veículos (final das placas 0 e 9) venceu no dias 22 e 24 de abril. O atraso no pagamento representa multa diária 0,334%, até o limite de 20%. Além disso, os proprietários em situação irregular com o licenciamento também correm o risco de arcar com custos de multa e serviços de guincho e depósito do Detran.

O imposto vencido, relativamente ao exercício corrente e antes da inscrição como dívida ativa, deve ser pago em parcela única nos bancos conveniados (Banrisul, Santander, Bradesco, Sicredi, Banco do Brasil e Caixa - lotéricas). No Banco do Brasil, o serviço ocorre através de débito em conta e é restrito a clientes via terminais de autoatendimento ou via Internet. Após a inscrição como dívida ativa, somente o Banrisul e Sicredi estão autorizados a receber os valores para regularização. Outras informações podem ser obtidas no canal Dúvidas Frequentes do site do IPVA.

 

EM 2019

Veículos fiscalizados: 1349
Veículos autuados: 229
Veículos recolhidos: 137

 

Fonte: Folha do Mate
Créditos: Cristiano Wildner 

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Produtores encerram colheita de mel e contabilizam quebra de 50%

Publicado em 11/05/2019 às 09h30

Clima desfavorável prejudicou a florada e a consequência é a quebra na safra atual de melFloração do eucalipto com pouco néctar; o pólen do milho transgênico; o agrotóxico utilizado nas lavouras de soja, que é o 2.4 D; e, clima desfavorável no mês de janeiro, quando choveu 20 dias, o que enfraqueceu muito as colmeias, pois terminou com o ciclo das fores.

São apontados pelos apicultores como alguns dos principais fatores que influenciaram diretamente na redução da produção de mel na safra do verão e outono.

Os fatores foram pautados durante a reunião da Associação Venâncio-airense de Apicultores (AVA), realizada na noite do dia 26 de abril, na residência do presidente, Luciano Quinta de Carvalho.

Com uma agroindústria familiar localizada em Linha Canto do Cedro, Carvalho ainda está colhendo mel e pelo que colheu até agora, acredita que vai ficar em torno de 50% a quebra. Carvalho estima colher em torno de 2,5 mil quilos na safra verão/outono e confirma os fatores apontados pelos demais apicultores para a redução da produtividade. 'Na verdade, foi de tudo um pouco', frisa.

Com os apiários localizados em sua grande maioria na região serrana do município, onde também está localizada a Casa do Mel, Vilson Schlosser, também ainda está colhendo e contabiliza uma redução de 40% na produtividade. Ele colheu 1,8 mil quilos e estima ainda colher 1 mil quilos.

 

EL NIÑO

Na colheita da primavera/verão, Edson Schwendler, que tem uma agroindústria familiar localizada em Linha Harmonia da Costa, colheu 18 quilos por colmeia e agora, não passa de oito quilos.

Ele refere que em ano do fenômeno climático El Niño, como foi no verão passado, normalmente a colheita é fraca. 'Com mais pessoas com quem falei, estas confirmaram que a florada de eucalipto foi pouca e, em alguns casos, estas flores estavam sem néctar', observa. Na safra primavera/verão, ele colheu 3,5 mil quilos e na safra que acabou de colher, ele ainda não fechou a contabilidade, mas acredita que vai chegar no máximo aos 1,5 mil quilos.

Carvalho, a princípio, acredita que não vai faltar mel, o que porém, vai depender da safra da primavera, se tudo der certo. Schlosser também acredita que não vai haver a falta do produto, porém, alerta que a oferta será menor.

380
é o número de colmeias de Luciano Quintana de Carvalho.

230
é o total de colmeias de Vilson Schlosser.

12
é a quantia de quilos que Schlosser está colhendo por colmeia.

220
é o total de colmeias de Edson Schwendler na atual safra.

190
foi o total de colmeias de Schwendler na safra passada.

 

Fonte: Folha do Mate
Créditos e Foto: Edemar Etges

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Quadra do bairro Battisti está pronta e liberada para a comunidade

Publicado em 11/05/2019 às 09h29

Comunidade já tem utilizado a quadra para práticas esportivasDesde que as primeiras tratativas começaram, em 2016, a quadra poliesportiva do bairro Battisti parecia ser coisa longínqua. Foi há três anos que o então deputado federal João Derly (na época Rede), indicou R$ 250 mil para a construção de três quadras de esportes em Venâncio Aires.

Parte do recurso foi para a do Battisti, sonho de uma das comunidades mais antigas da cidade. Mas, mesmo com o recurso garantido, a obra só virou realidade há pouco tempo. Foi nos últimos dois meses que a quadra saiu do papel e agora está lá, novinha, ainda cheirando à tinta, aberta para jogos de futsal, basquete e vôlei.

Havia a expectativa de inaugurá-la oficialmente no último domingo, 5, aproveitando a passagem do agora secretário de Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul, João Derly (PRB), pela Fenachim. Mas a chuva atrapalhou os planos e essa solenidade ficará mais para frente.

Mesmo assim, a quadra está liberada para o uso da comunidade. 'Devemos receber a autorização do início da obra da cobertura em alguns dias. Talvez vamos fazer a inauguração só depois disso', revelou o secretário de Cultura e Esportes de Venâncio Aires, Henrique Silva.

 

CUSTOS

A primeira parte da obra custou R$ 82.224,64, sendo R$ 68 mil a emenda de Derly e o restante de contrapartida municipal. Para a cobertura citada por Henrique Silva, há confirmação de uma emenda de R$ 250 mil do deputado federal Carlos Gomes (PRB). 'Será uma quadra coberta em um primeiro momento. Mas futuramente deve ser toda fechada, como um ginásio mesmo.'

 

Fonte: Folha do Mate
Créditos e Foto: Débora Kist

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Obras da Emei Xangrilá devem recomeçar em breve

Publicado em 11/05/2019 às 09h25

Obras estão paralisadas há mais de um anoMoradores da região ou quem passa próximo ao bairro Xangrilá deve ter notado que a placa em frente à obra da Escola Municipal de Educação Infantil já 'venceu' o prazo de validade. Pelo cronograma inicial especificado, desde meados de 2017, aquela que foi projetada como a maior Emei de Venâncio Aires já teria condições de atender as 188 crianças previstas na sua capacidade.

Isso não aconteceu e fato é que uma nova data está prevista a partir de agora e remete a 2020. É no ano que vem que, finalmente, tudo deve estar pronto. Essa nova data é passível de cálculo pelo processo licitatório aberto recentemente pela Administração Municipal. Empresas interessadas têm até o dia 6 de junho para enviar propostas.

Depois disso e passado os dias de burocracia, a empresa vencedora terá 300 dias para executar o restante da obra - hoje em cerca de 40%. Pelo cronograma, é possível que, em maio de 2020, já estaremos noticiando a conclusão da Emei.

Segundo o engenheiro da secretaria de Educação de Venâncio, Alexandre de Bortoli, o projeto original, de 2016, sofreu alguns ajustes e valores foram atualizados (veja box). 'Ajustes de preços de mercado foram necessários, já que itens como alumínio e aço aumentaram bastante nos últimos anos. Também foram incluídas novas obras, como um sistema de drenagem', explicou.

 

ONDE PAROU

Conforme dados técnicos da Secretaria Municipal de Educação, toda a parte de estrutura de concreto, alvenaria e reboco dos dois blocos está concluída. Metade do telhado está pronto, ou seja, somente o bloco A está coberto. A parte hidráulica do bloco A está adiantada e a parte elétrica tem somente as tubulações (eletrodutos) instaladas, sem nenhuma fiação. Já os contrapisos internos estão praticamente concluídos nos dois blocos, assim como os muros.

Ainda conforme a Secretaria de Educação, o atraso na obra aconteceu, principalmente, pelo entrave relacionado à empresa anteriormente responsável pela obra e que alegou dificuldades financeiras. Sem cumprir os prazos, houve notificação e posterior distrato do contrato.

 

Valores

A obra está estimada em R$ 2.041.825,02. Desse montante, R$ 1.011.391,59 são de convênio federal do Pro infância e R$ 1.030.433,43 de contrapartida municipal. Quando foi projetada, o valor total previa custos de R$ 1,686 milhão.

 

ESTRUTURA

A Emei do bairro Xangrilá, localizada na esquina das ruas Albino Füss e Henrique Mylius, será a maior escola de educação infantil do município, com capacidade para atender até 188 crianças em turno integral.

Terá uma área de 1.510 metros quadrados e foi projetada no modelo Pró-Infância 1. Serão 11 salas de aula, refeitório, cozinha, lactário, sala de amamentação, área de recreação e almoxarifado.

 

Fonte: Folha do Mate
Créditos: Débora Kist 
Foto: Alvaro Pegoraro

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