A Tropa de Elite dos Bombeiros

Publicado em 16/11/2018 às 09h15

Representante da Defesa Civil de Santa Cruz, com o tenente coronel. Gerson e os membros da FR2 da 1ª Companhia do 6º BatalhãoBombeiros lotados na 2ª Companhia do Corpo de Bombeiros Militar (CBM) de Venâncio Aires, Lajeado e Estrela compõem uma das células de profissionais treinados para atuar em situações de extrema adversidade. A Força de Resposta Rápida, a denominada FR2, é composta por Bombeiros treinados e qualificados. "São a nossa Tropa de Elite", comentou o tenente coronel Gerson da Rosa Pereira.

O comandante do 6º Batalhão do CBM, sediado em Santa Cruz do Sul, destaca que esta tropa de pronto emprego foi criada para atender vítimas de catástrofes, principalmente de inundações, tempestades e deslizamentos. Cada célula é formada por cinco Bombeiros e mais um cão farejador, especialista em resgates e buscas de desaparecidos.

Além de equipamentos especiais e do cão, cada FR2 conta com um veículo 'diferenciado'. Trata-se de uma caminhonete Mitsubishi L-200 gabinada, com engate para transporte de uma embarcação e com tração 4 x 4. "É a caminhonete que recebemos da consulta popular e que é usada por todas as equipes desta Tropa de Pronto Emprego", comentou o ten. cel. Gerson.

Na região do 6º Batalhão, explica o comandante, há células de resposta rápida formadas na 1ª e 2ª Companhias (Cias), respectivamente em Santa Cruz e Venâncio Aires, em um total de cinco profissionais por fração. Além destes dez especialistas do 6º Batalhão, também há homens treinados em duas Cias do 4º Batalhão, de Santa Maria, e outras duas Cias do 1º Batalhão, de Porto Alegre, assim como em outras frações do estado.

''Esta Força de Resposta Rápida é a nossa Tropa de Elite. São homens capacitados, com diversos conhecimentos e treinados para atuar em situações de risco, sejam elas quais forem."
Gerson da Rosa Pereira - Comandante do 6º BBM

Em caso de uma catástrofe, destaca o ten. cel. Gerson, os integrantes desta 'Tropa de Elite' são usados de acordo com a necessidade. "Se os cinco profissionais da 2ª Cia não forem suficientes, temos o apoio dos outros cinco da 1ª Cia e, se necessário dos outros 20 formados nos Batalhões de Santa Maria e Porto Alegre", revela o comandante.

Os escolhidos para integrar a FR2 têm habilidades extras, mas também receberam treinamentos específicos. O objetivo é a padronização de técnicas em emergências aquáticas em inundações e alagamentos, assim como emergências em estruturas colapsadas e em altura com remoções de fontes de perigo em vendavais e tempestades. "São profissionais treinados, com diversos conhecimentos e prontos para atuar em qualquer situação de risco", avalia o ten, cel. Gerson.

 

Fonte: Folha do Mate
Créditos e Foto: Alvaro Pegoraro

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