Banco de sangue suspende coletas nesta sexta-feira

Publicado em 01/06/2018 às 08h33

De acordo com Daiana, material deveria ter chegado no fim da semana passadaO Vital Banco de Sangue não realizará coletas, nesta sexta-feira, 1º de junho. Com o estoque de bolsas para armazenar sangue quase zerado, a instituição tem adotado medidas para garantir as transfusões em casos de urgência e emergência, até receber o material e a situação ser normalizada.

Por conta da greve dos caminhoneiros, que terminou ontem, depois de dez dias, as bolsas previstas para chegar no dia 25 ainda não foram entregues. 'Não iremos coletar sangue, amanhã, em função da falta de bolsas, porque não há como armazenar', esclarece a enfermeira Daiana Keller, responsável pelo banco de sangue.

Segundo ela, nos últimos dias, ocorreram várias doações, o que garante um estoque para os próximos dias. Para a próxima semana, entretanto, a situação ainda é indefinida. Outro fator que preocupa, de acordo com Daiana, é que o laboratório de Cachoeira do Sul, que realiza exames de sorologia no sangue coletado em Venâncio Aires, está quase sem materiais para realizar os testes e, por isso, pode suspender o serviço. 'Sem passar por esses exames, não tem como utilizar o sangue doado. São exames de HIV, hepatite B e C e sífilis, entre outros', explica.

Enquanto a situação não é normalizada, as transfusões de sangue em Venâncio Aires estão restritas a casos de urgência e emergência. 'A prioridade são pacientes de UTI ou casos de acidentes. Estamos restringindo para garantir que o estoque dure até que a paralisação termine e a situação de normalize.'

 

Hospital tem estoque de remédios e medicamentos para sete dias

Com a realização de procedimentos eletivos suspensos desde o início da semana, o Hospital São Sebastião Mártir (HSSM) tem concentrado esforços no atendimento de urgência e emergência e realizado ajustes internos, enquanto a situação de abastecimento não é normalizada.

O administrador da casa de saúde, Jonas Kunrath, explica que a instituição tem estoques de emergência de medicamentos e de todos os alimentos por sete dias. 'Contatos com fornecedores são realizados diariamente para monitoramento, visando evitar faltas', afirma. De acordo com ele, foi alterada a logística no fornecimento de almoço para funcionários com carga horária menor, em função de atrasos no fornecimento de gás GLP a granel. 'A prioridade é a alimentação de pacientes e acompanhantes, quando for o caso.'

Com relação dos medicamentos e materiais, uma das preocupações, segundo Kunrath, é possível falta de itens necessários ao funcionamento do hospital nas distribuidoras, uma vez que toda a cadeia produtiva está sendo afetada.

 

Fonte: Jornal Folha do Mate
Créditos e foto: Juliana Bencke

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