Escolas estaduais iniciam recuperação dos dias de greve

Publicado em 08/11/2017 às 11h07

Após retornarem às aulas, na semana passada, depois de quase dois meses paralisadas em adesão à greve do magistério, escolas estaduais de Venâncio Aires começam a recuperação dos dias paralisados. Embora a maioria das instituições ainda precise do aval da 6ª Coordenadoria Regional de Educação (6ª CRE) para iniciar o calendário de recuperação, muitas já tiveram atividades no último sábado, 4.

Na Escola Estadual de Ensino Médio Monte das Tabocas, haverá aulas em dez sábados de manhã: quatro em novembro, três em dezembro e três em janeiro do próximo ano. "O Colégio Gaspar Silveira Martins nos cedeu oito salas de aula para que pudéssemos ter espaço para atender todos os alunos, nos sábados pela manhã", explica a vice-diretora Marinês Ferreira Weizmann.

De acordo com ela, o ano letivo de 2017 se estenderá até 1º de fevereiro de 2018 e não haverá recesso entre Natal e Ano Novo. "Apenas não haverá aula nos sábados dos dias 23 e 30 de dezembro", informa.

As escolas Cônego Albino Juchem (CAJ), Adelina Isabela Konzen e Crescer, ainda estão elaborando o cronograma de recuperação. A Wolfram Metzler, que permaneceu menos tempo paralisada, aguarda aprovação da 6ª CRE, assim como a Frida Reckziegel, de Vila Palanque. Na escola do 6º distrito, a previsão é de as aulas se estendam até 12 janeiro de 2018, com formatura do 3º ano do ensino médio no dia seguinte.

Preocupação com transporte
Na Escola Estadual de Ensino Médio Sebastião Jubal Junqueira, de Vila Deodoro, sete professores seguem em greve, de uma equipe de 32 docentes e funcionários. Segundo a vice-diretora Liviane Cristina Keller, desde o início da paralisação, as aulas foram reorganizadas e ocorrem três dias por semana, para estudantes dos anos finais do ensino fundamental e os de ensino médio.

"Por enquanto, não sabemos como será a recuperação das aulas. Precisamos aguardar o fim da greve e o retorno dos professores", explica. Hoje, às 20h, a instituição realizará uma reunião com pais e docentes para conversar sobre a paralisação.

A maior preocupação, de acordo com a vice-diretora, diz respeito ao transporte dos estudantes, que acompanha o calendário escolar do Município. "Temos alunos de mais de 20 localidades."

Greve parcial
De acordo com a direção das escolas contatadas pela Folha do Mate, há um professor em greve na Crescer, um na Adelina Isabela Konzen, sete na Sebastião Jubal Junqueira e um docente e um funcionário paralisados na Wolfram Metzler.

 

Fonte: Jornal Folha do Mate
Créditos: Juliana Bencke 

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