Inconsistência em dados coloca Venâncio em lista de risco da Polimielite

Publicado em 09/07/2018 às 15h49

A poliomielite volta a preocupar as autoridades de saúde no Brasil. Isso porque mais de 300 municípios brasileiros não atingiram as metas de vacinação contra a paralisia infantil. No estado, 17 cidades não alcançaram 50% da cobertura vacinal e Venâncio Aires está na lista. Os dados são de 2017 e a Capital do Chimarrão aparece com 41% da meta alcançada, quando o recomendado pela Organização Mundial da Saúde é de 90% das crianças menores de cinco anos. Porém, os dados no ano passado tiverem inconsistência, na transmissão de informações da secretaria até o ministério.

No fim do ano passado, o Setor de Imunizações da Secretaria Municipal da Saúde passou a utilizar o Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, garantindo informações mais confiáveis. Apesar de constar nos dados de risco sobre a polimielite, a coordenadora do setor de imunizações da Prefeitura, enfermeira Carla Lili Müller, destaca que o Município alcançou nos últimos anos as metas de vacinação.
Neste ano os percentuais de vacinação superam as metas estipuladas pelos órgãos internacionais. No mês de janeiro, por exemplo, o percentual alcançou 116%. “O valor maior também leva em consideração moradores de Mato Leitão e Boqueirão do Leão, que acabam se vacinando em postos de saúde de Venâncio Aires,” explica Carla.

 

CAMPANHA

No mês de agosto está sendo organizada, pelo Ministério da Saúde, uma campanha para vacinação das crianças. A iniciativa ocorre entre os dias 06 e 31. A coordenadora do setor resposável em Venâncio lembra que há três anos não são realizadas campanhas deste tipo voltadas às crianças. “Isso já está sendo organizado e poderá colaborar para motivar todos os pais a levarem as crianças.”

 

ANTIVACINA

O Brasil conseguiu erradicar a doença há pelo menos 30 anos. Entretanto, 23 países ainda possuem registros da pólio. Desta forma, é preciso garantir a vacinação, já que o vírus circula no planeta. Carla destaca que é preciso lembrar da doença grave, que pode ser evitada com a vacinação. “A pólio é um doença extremamente grave, por isso é preciso que pais e responsáveis compreendam a importância da vacinação. Os movimentos antivacina precisam entender que só com as doses é possível barrar a circulação do vírus,” destaca.

 

Fonte: Jornal Olá

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