Plano de controle de inundações e macrodrenagem volta à pauta

Publicado em 03/10/2018 às 15h05

Quatro anos depois de apresentar proposta de um plano de estudos, Silveira retornou ao município, ontem, para explicar trabalho de pesquisaQuatro anos e três meses depois de apresentarem um Plano de Controle de Inundações do Arroio Castelhano e de Macrodrenagem para Venâncio Aires, professores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) retornaram ao município, na tarde de ontem, para abordar o tema.

A convite do Instituto de Sustentabilidade e Resiliência (ISR) e dentro da programação da Semana Municipal da Água, eles explanaram sobre a possibilidade de um estudo hídrico. 'A ideia é retomar uma coisa que já deveria ter sido feita', destaca o presidente do ISR, Volnei Alves Corrêa, ao lembrar que a proposta apresentada em 2014 não saiu do papel.

Quatro anos depois de apresentar proposta de um plano de estudos, Silveira retornou ao município, ontem, para explicar trabalho de pesquisa 'O plano pode dar um norte e indicar o que pode ser feito. É uma consultoria, com a ideia de mostrar possibilidades de reduzir danos', explica o professor Joel Avruch Goldenfum, do Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH) da UFRGS, pós-doutor em Drenagem Urbana.

Um dos exemplos utilizados por ele e pelo doutor André Luiz Lopes da Silveira, também integrantes do IPH, foi o plano de macrodrenagem realizado para o município de Tubarão, em Santa Catarina. 

Com o envolvimento de quatro professores da universidade e 12 estudantes de graduação, mestrado e doutorado, o estudo foi realizado ao longo de 36 meses. 'A partir do plano, é possível elaborar planos executivos e captar recursos para realizar as adequações necessárias, com medidas estruturais e não estruturais', comenta Goldenfum.

Queremos oferecer conhecimento para que o município possa lidar com os problemas e as riquezas do Castelhano."

André Luiz Lopes da Silveira

Professor do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da UFRGS

A ideia proposta pelos docentes para Venâncio Aires é de um único estudo que abarque a questão das inundações - problema que afeta áreas e residências próximas ao Arroio Castelhano - e, ao mesmo tempo, da macrodrenagem, para solucionar alagamentos em outros pontos da cidade, causados pela dificuldade de vasão da água. O valor do plano, que abrange desde o diagnóstico da situação até indicação de formas de solucionar as demandas, é estimado entre R$ 800 mil e R$ 1 milhão, para 24 meses.

Apesar de os profissionais da UFRGS terem apresentado a proposta, não há definição sobre a contratação do estudo para Venâncio Aires. Por conta de outro compromisso oficial, a prefeita em Exercício, Sandra Wagner, não participou do encontro, nem o secretário municipal de Meio Ambiente, Clóvis Schwertner, que está em férias. Em torno de 15 pessoas, entre servidores da pasta, representantes da comunidade e do Conselho Municipal de Meio Ambiente assistiram à explanação, realizada na sala de reuniões da Prefeitura.

 

Fonte: Folha do Mate 
Créditos: Juliana Bencke

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