Reajuste do contrato com o hospital ainda não está definido

Publicado em 15/11/2017 às 11h36

Apesar da expectativa pela apresentação do novo contrato do Município com o Hospital São Sebastião Mártir (HSSM), na segunda-feira, 20, ainda não há uma definição sobre o valor que será repassado, mensalmente, para a instituição, a partir de janeiro de 2018, para realização de serviços pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Em outubro, após reunião entre a casa de saúde, gestores de Venâncio Aires e prefeitos de Mato Leitão, Passo do Sobrado e Vale Verde, que também contratam serviços do hospital, a Prefeitura de Venâncio Aires divulgou o dia 20 de novembro como data final para divulgação do novo contrato. 

Entretanto, de acordo com o secretário municipal de Saúde, Ramon Schwengber, o início da próxima semana é prazo para levantamento das despesas e receitas tanto por parte do hospital quanto da Prefeitura. A partir dessas informações, serão formulados os valores. 'Estamos no aguardo do resultado do trabalho das equipes técnicas. As partes têm até 31 de dezembro para acertar tudo, pois o atual contrato está válido até esta data', afirma. 

Com valor mensal de R$ 1.665.827,47, o contrato do Município com o hospital está vigente desde o início do ano passado. Ao longo de 2017, foram realizados três aditamentos, sem reajuste do valor. O mais recente, feito em novembro, se estende até 2 de janeiro de 2018. 

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, além dos atrasos em repasses do Estado, o orçamento municipal deste ano previu R$ 1.348.972,40 a menos do que o necessário para cobrir o contrato nos valores de 2016, o que dificultou, até mesmo, o pagamento do atual contrato.

Na espera
Segundo o administrador do hospital, Jonas Kunrath, o reajuste de contrato é aguardado pela instituição, que trabalha no limite para garantir o equilíbrio das contas. 'Estamos bem ajustados e sem dinheiro para investimento, tentando manter em dia a estrutura', afirma.

A exemplo do que ocorre há três anos, o Hospital São Sebastião Mártir recorrerá a um empréstimo para pagar o 13º salário dos cerca de 400 funcionários e dos 65 profissionais que atuam na Unidade de Pronto Atendimento (UPA). A folha salarial, incluindo os encargos, gira em torno de R$ 1 milhão. 'Não temos como dispôr desse recurso. No início do ano, até tentamos manter um caixa para isso, mas não foi possível', explica Kunrath.

 

Fonte: Jornal Folha do Mate
Créditos: Juliana Bencke 

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