Venâncio quer expandir as práticas da medicina popular

Publicado em 02/07/2018 às 08h52

Márcia destacou que investir em medicina popular é uma forma de complementar a qualidade de vida do cidadão.O uso de terapias alternativas em tratamentos de saúde tem sido extremamente difundido no país. O Ministério da Saúde estima que cerca de 5 milhões de pessoas, por ano, participem de práticas integrativas e complementares por meio da saúde pública. Somente em 2017, foram 2 bilhões de atendimentos individuais. Ao todo, as terapias estão presentes em mais de três mil municípios no país, o que inclui Venâncio Aires.

Os dados foram apresentados no 1º Seminário de Educação Permanente com o tema 'Práticas Integrativas e Complementares e o Cuidado Integral do Usuário no SUS' realizado nesta sexta-feira, 29, na Câmara de Vereadores. O número tende a aumentar, já que o Brasil se tornou líder na oferta de modalidades na saúde pública, especialmente após a inclusão de mais 10 novas Práticas Integrativas e Complementares (PICS) em março deste ano. Com isso, 29 terapias alternativas estão sendo oferecidas por do Sistema Único de Saúde (SUS), de forma gratuita à população.

 

PROJETO-PILOTO

Em Venâncio Aires, o projeto-piloto voltado à prevenção e à promoção da saúde é oferecido para moradores da área de abrangência da ESF Tabalar, contempla, além da sessão de reiki, momento de terapia ocupacional, com assistência de profissional da área.

A terapeuta ocupacional e terapeuta reiki, Angela Cristina Martins, é a responsável pelo atendimento dessas atividades na ESF Tabalar. Ela atendeu, até o momento, 12 pessoas, e em muitos casos já foi possível diminuir o uso de medicamentos e focar na prevenção de doenças e promover a saúde. O objetivo agora é levar esse tipo de serviços para as outras seis ESFS de Venâncio Aires. 

 

FISIOLOGIA POPULAR

Uma das palestrantes foi a doutora em Ciências Biológicas (Fisiologia) e professora universitária Márcia da Silva Jacobsen. Ela é também assessora da Frente Parlamentar de Práticas Integrativas em Saúde. De acordo com ela, as terapias alternativas começaram a ser reconhecidas no Brasil em 2006, com a criação da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) que regulamentou a oferta de algumas das terapias. Para a palestrante é preciso agora avançar nas pesquisas cientificas para aumentar o respaldo de seus usos.

Ela destacou ainda que estas terapias não substituem o tratamento convencional, mas servem de complemento ao tratamento. Além disso, acrescenta a doutora, tais práticas são investimentos em prevenção de saúde e evitam que os problemas se agravem, que os pacientes sejam internados e que se operem, o que gera custos para o sistema e tira qualidade de vida do cidadão.

 

Fonte: Jornal Folha do Mate
Créditos e foto: Cristiano Wildner

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