Notícias - Polícia

Moresco: “O cerco a quadrilha acabou, mas as ações decorrentes não”

Publicado em 16/08/2019 às 08h34

A Brigada Militar segue as buscas à quadrilha que atacou, recentemente, os bancos de Monte Alverne e Vale Verde. Em entrevista ao programa ‘Terra em Meia Hora’, da Rádio Terra FM, na quinta-feira, 15, o tenente-coronel Giovani Paim Moresco confirmou que o cerco ao bando que atacou o Sicredi de Vale Verde foi desfeito, mas as outras ações decorrentes, não. “Estamos aprimorando nossas práticas para que, da próxima vez, talvez consigamos prender os assaltantes em flagrante”, disse.

O comandante do 23º Batalhão de Polícia Militar (23º BPM) explicou que foram refeitas as rotas de fuga usadas pelos quadrilheiros (observou que a área policiada na região de Vale Verde é de 427 quilômetros quadrados) e que isso já permitiu avanços. “No assalto em Monte Alverne ninguém foi preso. Agora, já prendemos quatro pessoas”, salientou, o oficial, ressaltando que foram mais de 96 horas de cerco ininterrupto, entre a quinta-feira, 8, e a segunda, 12.

O tenente-coronel se refere às duas mulheres e os dois homens detidos em dois veículos (com placas de Lajeado e Estrela), na madrugada da segunda-feira, e que confirmaram ter vindo resgatar os autores do assalto. Uma delas, inclusive, revelou que é companheira de um dos homens que atacou o Sicredi de Vale Verde e que na quinta-feira à tarde ele ligou, pedindo para ser resgatado.

Horas depois, já à noite, esta mulher foi parada em uma barreira da BM, no interior de General Câmara, e alegou que estava perdida. Foi identificada e como não havia relação dela com os procurados, foi liberada, mas orientada a voltar. “Isso impediu que ela resgatasse seu companheiro, que havia capotado o Honda City usado na fuga”, revelou uma fonte ligada ao comando da BM.

No domingo à noite o setor de inteligência detectou que havia pessoas suspeitas circulando na área que estava congelada, (próximo à Vila Mariante), onde o bando estava escondido, e acabou prendendo as quatro pessoas nas primeiras horas da segunda-feira. “E uma das mulheres era a mesma que tinha sido abordada na quinta-feira a noite”.

Sobre notícias veiculadas por alguns órgãos de imprensa, de que os dois homens foram torturados, o comandante foi categórico: “Eles podem falar o que quiserem e não me interessa o que foi dito por pessoas com esta índole, que vieram para resgatar criminosos. Nós sabemos aquilo que fizemos”.

Ainda sobre os depoimentos prestados na Polícia Civil, onde foram feitas acusações de agressões, o oficial referiu que assim como na fuga, onde os presos se utilizam dos mais diversos artifícios para escapar da polícia, também dizem o que querem em depoimento. “São pessoas que não servem à sociedade”.

Moresco ressaltou que as duas mulheres e os dois homens vieram para dar fuga a pessoas que colocaram uma comunidade em risco, para praticar o assalto. “Eles estavam associados para resgatar criminosos armados, que subjugaram a população de Vale Verde através de um cordão humano, para obter êxito para o roubo a banco”, disse.

Sobre o andamento do inquérito, o comandante do 23º BPM mencionou que vai esperar o procedimento que será adotado.

 

Fonte: Jornal Folha do Mate
Créditos e foto: Alvaro Pegoraro

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Casa tem portas arrancadas e objetos furtados no bairro Santa Tecla

Publicado em 16/08/2019 às 08h32

Uma casa teve portas arrancadas e objetos furtados no bairro Santa Tecla. O caso ocorreu na última terça-feira, 13, mas só foi registrado nesta quinta-feira na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento.

A residência teve as portas da lavanderia e dos fundos da casa arrancadas, inclusive com os marcos. Segundo a ocorrência, foram levados o aparador de grama, micro-ondas, roçadeira e escada. O prejuízo é estimado em mais de R$ 1 mil.

 

Fonte: Portal RVA
Créditos: Eduardo Wachholtz 

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Número de homicídios triplica em Venâncio no primeiro semestre

Publicado em 15/08/2019 às 08h51

Estatísticas divulgadas nesta quarta-feira, 14, pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) mostram que Venâncio Aires anda na contramão no quesito mortes violentas. Enquanto que no Estado houve redução de 22,7% dos homicídios no primeiro semestre deste ano, em relação a 2018, na Capital Nacional do Chimarrão o aumento é de 333% no período. São dez mortes entre janeiro e junho deste ano, contra apenas três do mesmo período do ano passado.

O número de mortes registradas nos primeiros seis meses deste ano já é igual a todo o ano passado. Destas dez mortes, oito vítimas são do sexo masculino. As duas mulheres vítimas de feminicídio foram mortas pelos companheiros, que depois se suicidaram.

Outro dado relevante é que das dez mortes registradas em todo o 2018, duas delas aconteceram dentro da Penitenciária Estadual de Venâncio Aires (Peva), um comerciante foi vítima de latrocínio no interior e uma mulher foi morta pelo companheiro, que também se suicidou em seguida. Das outras seis mortes do ano passado, cinco têm relação com o tráfico de drogas.

 

NO ESTADO

Entre janeiro e junho deste ano foram registrados 1.109 assassinatos, contra 1.435 do ano passado. São 326 vidas preservadas, o que representa uma diminuição de 22,7%.

Além disso, diz os dados da SSP, os roubos com morte (latrocínio) tiveram queda de 32,8% na soma dos sete meses de 2019, com 39 casos contra os 58 de igual intervalo no ano passado, em retração ao menor número desde 2009, quando houve 33 latrocínios. Na observação isolada de julho, a baixa atinge 42,9% – de sete ocorrências em 2018 para quatro neste ano. O último caso de latrocínio em Venâncio foi registrado em março de 2018.

Recentemente citada como a 6ª cidade mais violenta do Brasil no Atlas da Violência 2019, produzido com dados de 2017 pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Alvorada acumula queda de 34% das mortes violentas este ano em relação ao ano passado. São 96 mortes em 2018 para 63 neste ano.

Além dos crimes contra a vida, a grande maioria dos outros delitos monitorados pela SSP registrou redução no Estado. No acumulado de sete meses, foram 3,1 mil roubos de veículos a menos neste ano na comparação com igual recorte em 2018, passando de 10.064 casos para 6.897 (-31,5%).

Outro destaque é a diminuição de 33% nos ataques a banco no RS. A soma de furtos e roubos a instituições bancárias caiu para 68 ocorrências entre janeiro e julho de 2019, contra 101 registradas no ano anterior. Também houve quedas de 9,4% roubos (de 43.923 para 39,816), de 12,3% nos furtos de veículos (de 8.689 para 7.619), de 14,8% nos furtos (de 82.141 para 69.951) e de 24% nos roubos a transporte coletivo, incluindo passageiros e motoristas (de 1.901 para 1.450).

 

Fonte: Jornal Folha do Mate
Créditos e foto: Alvaro Pegoraro

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Haitianos tem R$ 5 mil roubados em assalto. Dinheiro seria usado para compra de passagem de volta para o Haiti

Publicado em 15/08/2019 às 08h50

Dois haitianos foram assaltados nesta quarta-feira, 14, no Centro de Venâncio Aires. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA). Segundo a ocorrência, as vítimas estavam em um banco na região central de Venâncio Aires, onde haviam realizado um saque de R$ 5 mil para comprar a passagem de um deles, que iria voltar para o Haiti.

Em via pública, enquanto caminhavam, um sujeito puxou conversa com eles, relatando que a dupla havia deixado cair uma caixa com dinheiro. Os dois teriam explicado que o dinheiro não era deles. Logo após, apareceu outra pessoa desesperada, relatando que teria perdido a caixa. O objeto foi devolvido para a pessoa.

O homem, que teria perdido a caixa com o dinheiro, teria puxado assunto com as vítimas, tentando fazer amizade. Ainda teira ofertado uma vaga emprego para os haitianos. Enquanto iam embora, este sujeito que perdeu o dinheiro deu a sugestão de irem até uma construção próxima para conhecer o patrão para concretizar a contratação. As vítimas aceitaram, mas, quando se deslocaram ao local, nas proximidades da Rua Barão do Triunfo, os dois criminosos anunciaram o assalto. As vítimas perderam  os celulares e R$ 5 mil.

 

Fonte: Portal RVA
Créditos: Portal RVA

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Homens são flagrados furtando telhas de zinco em prédio desocupado no Centro

Publicado em 15/08/2019 às 08h48

Dois homens foram flagrados furtando telhas de zinco em um prédio abandonado no Centro de Venâncio Aires na tarde desta quarta-feira, 14. Populares, que avistaram a ação, acionaram a Brigada Militar por volta das 15h.

Após a denúncia, a guarnição se deslocou até o prédio, localizado na Rua General Osório. Os dois criminosos estavam no telhado e já haviam retirado três telhas. Os policiais militares apresentaram os homens, de 29 e 45 anos, na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA). Posteriormente, eles serão encaminhados para o Presídio Estadual de Venâncio Aires.

 

Fonte: Portal RVA
Créditos: Eduardo Wachholtz 

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Suspeito de tentativa de feminicídio em Venâncio se apresenta na Delegacia de Polícia

Publicado em 14/08/2019 às 16h07

O homem de 28 anos suspeito de ter disparado sete vezes contra Micheli Schlosser, 25 anos, na noite do domingo, 11, se apresentou, acompanhado de um advogado, na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Venâncio Aires, na tarde desta quarta-feira, 14. Junto, entregou o revólver calibre 22, usado no atentado.

Na segunda-feira, 12, Lisandro Rafael Posselt prestou depoimento na Delegacia de Polícia, mas preferiu se manter calado, referindo apenas que era namorado da vítima. O delegado Felipe Staub Cano representou pela prisão preventiva dele e ele será encaminhado à Penitenciária Estadual de Venâncio Aires (Peva).

Micheli foi atingida por cinco tiros. Dois disparos acertaram a parte de trás da cabeça, um as costas e dois o braço esquerdo. Os cinco projéteis estão alojados em seu corpo.

 

Fonte: Jornal Folha do Mate
Créditos e foto: Alvaro Pegoraro

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Direção da Peva adota o uso do uniforme para deslocamentos de presos

Publicado em 14/08/2019 às 08h29

Direção da Penitenciária Estadual de Venâncio Aires (Peva) implantou o uso de uniforme para a condução em escoltas. Desde a segunda-feira, presos que saem da casa prisional de Vila Estância Nova para audiências devem usar um macacão da cor laranja. A vestimenta facilita a identificação dos apenados e inibe ainda mais a tentativa de uma fuga.

Segundo a assessoria de imprensa da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), a iniciativa é mais um passo na questão disciplinar e tem por objetivo o aumento da segurança nos deslocamentos externos. “Facilita a rápida identificação do detento em meio ao público em geral, dificultando possíveis tentativas de fuga”, diz a nota.

A medida, tomada com o conhecimento e a autorização da juíza da Vara de Execuções Criminais da Regional de Santa Cruz do Sul, Luciane Inês Morsch Glesse, visa evitar quadros de crise. “Isso gera maior segurança para o agente escoltante, para a população em geral e para o próprio apenado”.

 

Fonte: Jornal Folha do Mate
Créditos: Alvaro Pegoraro
Foto: Susepe

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Vítima de atentado no Centro desabafa: “Não era amor, era um ciúme doentio”

Publicado em 14/08/2019 às 08h24

Sentada no sofá da casa da mãe, ao lado do irmão adotivo e com uma cuia de chimarrão na mão, a jovem que sobreviveu a uma tentativa de feminicídio deu uma entrevista exclusiva à Folha do Mate. Com a cabeça enfaixada e curativos nas costas e no braço esquerdo, Micheli Schlosser, 25 anos, falou do relacionamento com o autor dos tiros e dos momentos vividos na noite do domingo, 11. “Eu vi que ele queria me acertar”, desabafou. O rapaz tem 28 anos e o delegado Felipe Staub Cano representou por sua prisão preventiva.

Micheli foi atingida por cinco tiros. Ela já estava dentro do carro do cunhado, quando o atirador se aproximou, pela traseira do veículo, e disparou. Ela foi atingida por dois tiros na parte de trás da cabeça, um tiro nas costas e dois no braço esquerdo. “As ‘balas’ estão todas alojadas e o médico disse que o das costas ficou entre a coluna e o pulmão. Por muito pouco não fiquei paralítica”, mencionou.

Amparada pela mãe, a jovem disse que não tem raiva do rapaz, mas quer que ele pague pelo que fez. “Ele nunca foi ruim pra mim. Mas nunca pensei que faria isso comigo.” Ela permaneceu menos de um dia internada no Hospital São Sebastião Mártir, recebeu alta e segue a recuperação em casa. Sua preocupação é com os projéteis alojados em seu corpo. “Isso me dá muito medo”, disse.

 

FOLHA DO MATE – Vocês tinham algum relacionamento?

Micheli Schlosser – Nos conhecemos há um ano e meio e começamos a ficar juntos. Namorar mesmo começamos em novembro do ano passado, quando colocamos aliança de compromisso. Mas como ele começou a me mentir muito, em fevereiro eu tirei a aliança.

Que tipo de mentiras eram?

Às vezes eu saia com minhas amigas e ele me seguia. Ficava me vigiando e depois eu perguntava por que tinha feito aquilo e ele negava, dizendo que não tinha me seguido. Eram muitas mentiras, mas não envolviam outras mulheres.

E terminaram o relacionamento?

Não. Continuamos saindo. Ele sempre dizia que me amava muito e até mataria alguém se eu quisesse, só para provar que gostava de mim. Mas isso não é amor.

Alguma vez ele tinha sido agressivo contigo?

Nunca. Sempre foi um relacionamento normal. Ele só não aceitava o ‘não’. Às vezes eu estava em algum lugar e ele parava do meu lado e só saia quando eu fosse embora.

Vocês estiveram juntos no fim de semana passado?

Sim. Saímos para jantar na sexta-feira e no sábado fomos em um baile. Ficamos cerca de uma hora e pedi que me levasse para casa. Não houve nada errado, só estava cansada. No caminho ele veio dizendo que me amava e que não suportaria viver sem mim. Quando estávamos perto da minha casa ele parou o carro, pegou o revólver e colocou na minha cabeça. Sabia que ele andava armado, mas nunca imaginei que faria isso comigo.

E o que aconteceu?

Ele me ameaçou, disse que me amava e se eu não ficasse com ele, me mataria e depois se suicidaria. Depois perguntou se eu o amava e respondi que sim. Então disse que me levaria na casa onde ele mora com a mãe e fui. Não houve mais discussões.

Como foi o domingo?

Acordamos pouco antes do meio-dia e ele me levou para casa para trocar de roupa, pois iríamos almoçar na casa de uma tia dele, no interior. Depois do almoço, pedi que me levasse embora e ele me levou.

Como se encontraram novamente?

Eu, minha irmã gêmea, meu cunhado e minha prima resolvemos ir tomar chimarrão, no centro. Eram umas 17h30min quando sentamos no ‘calçadão’.Logo ele chegou e pediu se podia sentar. Disse que não, mas ele pegou uma cadeira e sentou do meu lado. Como sei que não sairia, começamos a conversar e ficamos alí até pouco antes das 20h, quando falamos que iríamos embora.

E o que aconteceu depois?

Ele saiu, entrou no carro dele (um GM Cruze branco) e foi embora. Meu cunhado tomou um sorvete e em seguida caminhamos até onde o carro estava estacionado, na Travessa São Sebastião Mártir, perto da esquina com a Tiradentes.

Quando e onde aconteceu o atentado?

Nós estávamos chegando no carro quando vimos que ele estava vindo em sua moto (uma Honda Biz). Achei que queria conversar novamente comigo, mas disse para a minha irmã que não queria falar com ele e então decidi entrar logo no carro. Sentei atrás, do lado esquerdo e minha prima sentou do lado direito. Então ele desceu da moto e começou a atirar. Quebrou o vidro traseiro e por alí deu os tiros. Logo senti que tinha sido atingida na cabeça e decidi deitar sobre minha prima, para que ele não fosse atingida.

Alguém tentou deter o atirador?

Meu cunhado foi na direção dele, mas minha irmã gritou para ele voltar e então me lavaram para o hospital. Levei dois tiros na cabeça, um nas costas e dois no braço esquerdo. As ‘balas’ estão alojadas no meu corpo. O médico disse que a ‘bala’ das costas ficou entre a coluna e o pulmão. Por muito pouco não fiquei paralítica.

E agora, o que espera que seja feito?

Bloqueei todos os contatos dele e espero que pague pelo que fez.

 

Fonte: Jornal Folha do Mate
Créditos e foto: Alvaro Pegoraro

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Criminosos furtam cabos de energia da Secretaria de Educação

Publicado em 13/08/2019 às 17h12

A Secretaria de Educação de Venâncio Aires teve cabos de energia elétrica furtados durante o fim de semana. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento de Venâncio Aires (DPPA) na tarde desta terça-feira, 13.

Os colaboradores do órgão público relatam que chegaram para trabalhar na última segunda-feira e perceberam a falta da energia no local. Ao se dirigirem até o relógio, que realiza a contagem do consumo, constataram o furto dos fios e dos cabos de alimentação do elevador.

Segundo estimativa dos colaboradores, cerca de 20 metros foram levados. No local não há câmeras e nem vigilante.

 

Fonte: Portal RVA
Créditos e foto: Eduardo Wachholtz

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Brigada Militar desfaz cerco aos assaltantes da agência Sicredi de Vale Verde

Publicado em 13/08/2019 às 17h10

A Brigada Militar desfez nessa segunda-feira, 13, todas as barreiras que haviam sido montadas nos municípios da região com o objetivo de capturar os criminosos que atacaram a agência do Sicredi de Vale Verde na quinta-feira, 8. A informação foi confirmada pelo subcomandante do 23º Batalhão de Polícia Militar (23º BPM), major Fábio Azevedo, em entrevista ao programa Tera Meia Hora, da Terra FM 105.1.

Segundo o major Azevedo, o trabalho de investigação segue acontecendo e a Brigada Militar acompanha os desdobramentos com a equipe de inteligência. “Agora o trabalho é mais de investigação, porque a gente sabe que essas pessoas que foram detidas estavam dando apoio, tentando fazer o resgate desses indivíduos que foram os autores do crime em Vale Verde.”

Ontem a Brigada Militar prendeu quatro pessoas, dois homens e duas mulheres, próximo a Vila Mariante. Eles foram apresentados na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), prestaram depoimentos e responderão em liberdade. De acordo com o delegado Felipe Staub Cano, em entrevista ao programa Terra em Meia Hora, o que se verificou é que as quatro pessoas tinham a intenção de ir até o local resgatar os criminosos, o que não ocorreu, porque a tentativa foi frustrada.

“Em momento algum se comprovou que essas pessoas tinham a noção de que esse fato (o roubo) ocorreria da forma como ocorreu. Então, eu não tenho como dizer que essas pessoas participaram do roubo. Elas foram prestar um auxílio posterior. No caso da legislação criminal, isso tem uma tipificação específica, que é o crime de favorecimento pessoal e elas respondem, claro, por prestar auxílio aos criminosos”, esclarece o titular da Delegacia Polícia de Venâncio.

 

INVESTIGAÇÕES

Conforme Cano, praticamente todos os autores do assalto contra a agência do Sicredi de Vale Verde estão identificados. “Possivelmente, nos próximos dias, no decorrer da investigação, isso vai resultar em indiciamentos e em pedidos de prisão”, relata. A investigação relacionada ao roubo está sob responsabilidade da Delegacia de Roubos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) da Delegacia de Polícia Civil do Rio Grande do Sul.

 

Fonte: Jornal Folha do Mate
Créditos: Taís Fortes
Foto: Alvaro Pegoraro

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