Quatro desaparecem em nove dias

Publicado em 15/06/2018 às 15h20

Nos últimos nove dias, quatro registros de pessoas desaparecidas foram feitos na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Venâncio Aires. Três dos desaparecidos são do sexo masculino e segundo os denunciantes, têm envolvimento com drogas. A outra desaparecida é uma mulher.

Quatro casos foram registrados na DPPA entre a terça-feira, 5, e a quarta-feira, 13. O caso mais recente envolve um adolescente, de 15 anos. O pai de Henrique Ertel declarou que ele foi visto pela última vez na tarde do dia 12, comendo bergamotas no campo do Gressler, bairro onde residia. O jovem deixou um bilhete para a avó e em um trecho cita que "família é aquela que ajuda os parentes, dando a mão para quem tá caído no chão".

Jonathan Henrique Anhanha dos Santos, 23 anos, sumiu de casa, no bairro Battisti, no dia 10 de junho. A mãe disse que naquele dia o filho furtou uma TV, um celular e dinheiro do pai de um amigo e não foi mais visto. Os outros desaparecidos são Claudiomir da Silva, 36 anos, que segundo um familiar devia dinheiro a um traficante; e Michele Aline Bencke da Silveira Goulart, 36 anos. Ambos despareceram no mês de maio. Afora estes casos, seguem desaparecidos Marcelo Luiz Kist, que sumiu dia 29 de julho de 2013 e foi visto neste dia em Cambará do Sul; e um menor, que sumiu há cerca de 18 anos.


ONDE PROCURAR
O primeiro lugar onde procurar uma pessoa desaparecida é próximo ao local de desaparecimento. Pergunte a todos, aqueles que se encontram no local e aqueles que estão passando pelo local. Se for o caso, volte no dia seguinte, no mesmo horário do desaparecimento e repita novamente as mesmas perguntas, àqueles que se encontram no local e a aqueles que estão passando pelo local, se possível, leve uma fotografia da pessoa desaparecida e faça uma descrição das roupas que esta pessoa estava usando.

Se for durante um trajeto, faça e refaça o trajeto, perguntando a todos se têm alguma informação, pare e entre em todos os comércios, bares, postos de gasolina, etc no trajeto e pergunte a todos. Se for o caso, volte no dia seguinte, no horário do desaparecimento, e repita novamente todas as mesmas perguntas a todos. 

Procure na casa de todos os seus parentes (sogros, tios, primos, etc,) mesmo daqueles mais afastados e peça ajuda deles para procurar. Fale com todos os amigos, de escola e de trabalho, e, de preferência, vá pessoalmente. No caso de crianças e adolescentes, explique seu problema e peça aos pais destas crianças ou adolescentes que interroguem seus filhos ao chegar em casa, e que informem imediatamente caso descubram alguma coisa.

Visite todas as delegacias de polícia, os hospitais, o corpo de bombeiros (e o resgate), o institutos médico legal de sua cidade ou das cidades do trajeto da pessoa desaparecida. Se não encontrar, registre o boletim de ocorrência informando às autoridades o desaparecimento da pessoa (não é necessário esperar 24 horas, o B.O. pode ser feito a qualquer momento).

Avise os órgãos de imprensa, televisões, rádios, jornais de sua cidade e de sua região.

Imprima cartazes com um telefone para contato ou denúncias, e espalhe por todos os locais movimentados de sua cidade e no trajeto efetuado pela pessoa desaparecida, nas escolas, fábricas, escritórios, rodoviárias, etc.

Faça o cadastro da pessoa desaparecida no Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas, no endereço http://www.delegaciacnpd.org.

 

Fonte: Jornal Folha do Mate
Créditos: Alvaro Pegoraro 

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