Três réus serão julgados hoje por homicídio em 2014, no interior de Venâncio

Publicado em 05/09/2018 às 13h10

Será realizado hoje, a partir das 9h, no salão do Tribunal do Júri de Venâncio Aires, o julgamento de três réus, suspeitos de envolvimento em um crime, praticado em fevereiro de 2014, no interior do município. A vítima é Fátima Rejane Moreira, 43 anos na época, que foi morta com um tiro.

A sessão seria realizada na quarta-feira passada, 29, mas devido a uma convocação de urgência da defensora pública Luciana Artus Schneider, o julgamento foi adiado. Luciana fará a defesa do réu Eloir Graeff. Os outros réus são Maikel Gléucio Rosa Ribeiro, que será defendido pelo advogado Odilo Coutinho; e Rui Santo Azeredo, que terá em sua defesa o advogado Ezequiel Vetoretti.

O júri trata de um homicídio, praticado por volta das 23h45min do dia 5 de fevereiro de 2014, em Linha Hansel. Fátima estava na propriedade onde morava com o companheiro e um tio, quando dois indivíduos invadiram a sua casa. O tio estava na sala assistindo TV, enquanto ela e o companheiro já haviam ido deitar.

Na época, a Polícia Civil apurou que os dois homens foram trancados no banheiro e a vítima, ficou com os bandidos, sob a mira de um revólver. Além da arma, o outro indivíduo portava um facão. A dupla, segundo disseram os sobreviventes, estava mascarada e roubou três celulares, cerca de R$ 100 e uma moto Honda.

Quando a dupla deixava o local, com a moto roubada, um deles deu um tiro, que atingiu uma das pernas de Fátima, que morreu no local. A vítima era mãe de duas filhas. A moto roubada foi encontrada meses depois, queimada, em Santa Cruz do Sul.

A PC chegou ao nome dos suspeitos do crime depois da prisão de Maikel Ribeiro, feita por agentes de Santa Cruz do Sul. Indagado sobre a sua participação em assaltos naquele município, confessou a participação em alguns casos e no crime, no interior de Venâncio. "E deu detalhes que só uma pessoa que participou da ação poderia saber", lembrou o inspetor Cassiano Dal Ongaro, que investigou o crime na época.

Para o Ministério Público, que encaminhou a denúncia, além dos dois executores, há um terceiro envolvido no caso, que planejou a ação. A sessão será presidida pelo juiz João Francisco Goulart Borges. Na acusa~]ao atua o promotor Pedro Rui da Fontoura Porto.

 

Fonte: Jornal Folha do Mate
Créditos: Alvaro Pegoraro 

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